Teresa CaeiroTeresa Caeiro, 42 anos, vice-presidente da Assembleia da República, entrou para a colecção de cromos de Miguel Sousa Tavares ao tornar-se, recentemente, a sua quarta “esposa”. Não será isso, no entanto, que me impedirá de lhe reservar um lugar na caderneta de cromos do CR, já que a prestação no debate com Alfredo Barroso na SIC Notícias, a que apenas assisti posteriormente por cortesia da blogosfera, provou que Teresa Caeiro é merecedora do destaque. Claro que teve a preciosa colaboração de Mário Crespo e uma ajudinha de Alfredo Barroso, mas isso não tira brilhantismo à sua prestação televisiva.
Desde os tempos em que frequentava o mercado do Bolhão,não via uma senhora tão fina e de sensibilidade tão aguçada, aliar a sua putativa beleza nórdica a uma menoridade intelectual e ao comportamento típico da vendedeira que atirava com o cachucho às trombas da freguesa que ousava duvidar da frescura do teleósteo.
Tirem-lhe o blaser branco e vistamam-lhe um avental e terão a imagem da Micas, a vendedeira de hortícolas que, no velho mercado do Bolhão, despertava os devaneios eróticos dos adolescentes do meu tempo. Mas isso era só até ela abrir a boca… Quando começava a esgrimir argumentos com os olhares conspícuos dos rapazolas, desbobinando o vernáculo vocabulário, a tensão sanguínea dos rapazes abrandava de imediato. Com Teresa Caeiro, vice-presidente da AR, tive a mesma reacção.
Quem estiver interessado, pode ver o espectáculo aqui. ( via Câmara Corporativa)
Desde os tempos em que frequentava o mercado do Bolhão,não via uma senhora tão fina e de sensibilidade tão aguçada, aliar a sua putativa beleza nórdica a uma menoridade intelectual e ao comportamento típico da vendedeira que atirava com o cachucho às trombas da freguesa que ousava duvidar da frescura do teleósteo.
Tirem-lhe o blaser branco e vistamam-lhe um avental e terão a imagem da Micas, a vendedeira de hortícolas que, no velho mercado do Bolhão, despertava os devaneios eróticos dos adolescentes do meu tempo. Mas isso era só até ela abrir a boca… Quando começava a esgrimir argumentos com os olhares conspícuos dos rapazolas, desbobinando o vernáculo vocabulário, a tensão sanguínea dos rapazes abrandava de imediato. Com Teresa Caeiro, vice-presidente da AR, tive a mesma reacção.
Quem estiver interessado, pode ver o espectáculo aqui. ( via Câmara Corporativa)
Carlos
ResponderEliminarTenho cá a impressão que a pescadinha de rabo na boca que comeu ontem, provocou-lhe azia. Os fritos têem esse inconveniente.
Quanto ao resto subscrevo. Não sabia é daquela do "Tareco Junior".
Abraço
Já estava a estranhar que o Carlos não falasse do caso Teresa Caeiro, e não lhe reservasse um lugar na caderneta de cromos do CR.
ResponderEliminarPor favor, Carlos, não compare essa senhora tão fina com as típicas vendedeiras do Bolhão, porque é uma GRANDE OFENSA para essas mulheres do povo.
Políticas/os deste calíbre deviam ser imediatemente expulsas/os da AR.
Tornei a ver o vídeo e cheguei à conclusão que houve má educação de ambas as partes.
ResponderEliminarO que mais me irritou no Alfredo Barroso foram os complexos de inferioridade que lhe estavam espelhados em todos os seus movimentos corporais, e que a super arrogante Teresa Caeiro aproveitou, e de que maneira.
Grandes surpresas, ou não...
ResponderEliminarA inspiração para o meu post de hoje veio-me da Teresa Caeiro!!!
ResponderEliminarSe eu fosse bandedeira do Bulhon, dizia-le...
ResponderEliminar:):)
ResponderEliminarSó não entendo como é que o MST se foi casar com ela!... Uma verdadeira croma!
ResponderEliminarCometi o erro de ver o vídeo. Ainda agora estou enojado com o comportamento da dita senhora. E envergonhado com a muleta, essa sim, de nome Crespo. Dasse!
ResponderEliminarQuem começo esta «guerra» patética foi o Alfredo Barroso, que simplesmente não deixou a Teresa Caeiro rebater a sua opinião. E fê-lo, porque estava a perder e sabia que ia perder, porque não tinha outros argumentos para contrariar a Teresa Caeiro.
ResponderEliminarMas a Teresa Caeiro também exagerou, não o tinha que atacar com «artilharia pesada», bastava insistir na tecla do «não me interrompa, por favor, que eu também não o interrompi». Assim caiu no campo da má-criação e acabou por perder a razão que tinha.
Em resumo: Estiveram os dois mal.
Uma pessoa só consegue suportar o MST ao pensar na mãe, e o que ele escreve é de boa qualidade, mas de resto, é também um verdadeiro cromo, Carol, e as cromas dele são sempre da ala direita.
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ResponderEliminarÓ carago, o que eu ia perdendo se não vinha aqui! Como é que deixei passar isto? Está muito calor para ver televisão, deve ser isso.
ResponderEliminarAi se o Sousa Tavares lê isto, Carlos!!!
ResponderEliminarQuem é que falou em peixeirada??? :))
Pronto, a senhora está taxada e cromada. Não é que lhe fica bem? Ai Miguel, seu misógeno...
ResponderEliminarDri
Isso porque gosta de mulheres, mas não das mulheres...
ResponderEliminarDri