"Passei uma única noite de S. João no Porto. Nessa noite senti-me parte de toda a gente. No dia seguinte não. Ainda guardo esse sentimento, essa ilusão..."
Meu caro, fiquei com "a pulga atrás da orelha" e não resisto a fazer-lhe uma pergunta: O que quer dizer com a última frase do seu comentário?
Comenta o Rui, no mesmo post, "Não sei se haverá em qualquer parte do mundo uma "atitude das gentes" semelhante a esta, nesta noite !? Creio que não".
Concordo em absoluto. Tenho assistido a algumas manifestações populares bastante interessantes. Cito apenas algumas como o 4 de Julho nos Estados Unidos ( estava em Washington nas comemorações do Centenário), o 14 de Julho em França ou o aniversário da Rainha em Amsterdam ( data variável, que coincide actualmente com o 1º de Maio) o Festival da Espingarda em Tanagashima, ou o Ano Novo Chinês e em todas me tenho divertido bastante, mas não encontrei nenhuma que expressasse de forma tão eloquente e genuína a forma de (con)viver das gentes de uma cidade, como o S.João do Porto.
Carlos
ResponderEliminarParece-me que o "Rogério" no dia seguinte é que sentiu o efeito do "alho porro" Será?
Seu manipulador... Falando do S. João, foi uma noite inesquecivel. Falando do dia seguinte, senti a desilusão do sentimento vivido. Sobre o meu sentimento pelo Porto falei já do Porto sentido
ResponderEliminarNOTA: É manipulação pegar-se numa parte do texto e desinseri-la do contexto. É manipulador do pensar do autor quando se dá um só post um sentido redutor..
Folha seca:
ResponderEliminarDo alho porro, ou de outros convívios , era isso que eu gostaria de perceber, mas o Rogério fechou-se em copas e preferiu desviar a conversa:-)))
Rogério
ResponderEliminarManipulador, eu? Quando um tipo vai para velho ouve cada acusação!!!!Reproduzi o seu comentário na íntegra, meu caro, apenas não fiz link para o post. Lembro-me bem do post que linc(k)a no comentário e sei que até gosta do Porto. Não percebi foi a causa da desilusão no dia seguinte! Alho porro, como sugere o Rodrigo? Ressaca? Decibéis a mais provocados pelos martelinhos? Era só essa a minha curiosidade.
Um dia destes volto ao tema. Repego na ilusão que me foi dada pela faternidade patenteada (e sentida) na noite de São João. Falarei aprofundando o que já escrevi “Claro que gosto do Porto. Contudo, tenho com a cidade uma relação ambígua e nem sempre confortável (…)Mal consigo falar de pessoas. Senti-me muitas vezes um estranho na cidade.”
ResponderEliminarSó não sei se falarei do Porto de hoje mas de como era na década de 70, principios dos anos 90...