Palavras que chegam em ondas, envoltas no cheiro da maresia
Quinta-feira, 12 de Maio de 2011
Grandes realizadores (9)
Stanley Kubrick
Conheci-o com "Laranja Mecânica" e, desde então, vi todos os seus filmes de olhos bem abertos. Apesar de o último ter como título "De olhos bem fechados"
Também vi “Laranja Mecânica”. Não estava preparada para ver esse filme. Incomodou-me de tal forma que retenho na memória algumas cenas apesar de terem passado tantos anos. Já de “Olhos Bem Fechados” gostei talvez por estar já noutra fase de maturidade! : )
Quando vi o laranja mecânica era aluna na Fac de Psicologia... por isso a minha perspectiva foi concerteza diferente do que se não fosse :) Mas adorei o filme... como os seguintes! :) O Lolita que é anterior, é um dos que gosto mais...
25 anos passados, um obscuro fotógrafo cheio de ideias da “Look Magazine” tornou-se um dos mais desejados e completos cineastas da actualidade. Seu nome Stanley Kubrick. 2001 – ODISSEIA NO ESPAÇO fez-nos ansiar pela etapa seguinte. Ela chegou resplandecente e venceu. Chamou-se LARANJA MECÂNICA. Ambas constituíram (agora adicionadas às obras antigas redescobertas em função destas últimas) o factor dominante para que BARRY LYNDON fosse rodeado de uma auréola de obra-prima, mesmo antes de ter sido estreado. Elas foram também a causa indirecta (já que o próprio filme também para isso contribuiu) da polémica que se veio a gerar, resultante das opiniões contraditórias em redor do seu eventual valor.
Excerto de um artigo publicado no nº 3 da Revista ISTO É ESPECTÁCULO, em Novembro de 1976, a propósito da estreia do filme “Barry Lyndon”, de Stanley Kubrick, no cinema Apolo 70, em Lisboa.
Como o comentário desapareceu, mas como o tinha gravado, volto a publicar ...
25 anos passados, um obscuro fotógrafo cheio de ideias da “Look Magazine” tornou-se um dos mais desejados e completos cineastas da actualidade. Seu nome Stanley Kubrick. 2001 – ODISSEIA NO ESPAÇO fez-nos ansiar pela etapa seguinte. Ela chegou resplandecente e venceu. Chamou-se LARANJA MECÂNICA. Ambas constituíram (agora adicionadas às obras antigas redescobertas em função destas últimas) o factor dominante para que BARRY LYNDON fosse rodeado de uma auréola de obra-prima, mesmo antes de ter sido estreado. Elas foram também a causa indirecta (já que o próprio filme também para isso contribuiu) da polémica que se veio a gerar, resultante das opiniões contraditórias em redor do seu eventual valor.
Excerto de um artigo publicado no nº 3 da Revista ISTO É ESPECTÁCULO, em Novembro de 1973, a propósito da estreia do filme “Barry Lyndon”, de Stanley Kubrick, no cinema Apolo 70, em Lisboa.
CB Os comentários desapareceram, porque houve uma avaria no Blogger,duranet mais de 24 horas, que afectou milhares de blogs. Peço desculpa, mas sou alheio ao sucedido.
Também vi “Laranja Mecânica”. Não estava preparada para ver esse filme. Incomodou-me de tal forma que retenho na memória algumas cenas apesar de terem passado tantos anos. Já de “Olhos Bem Fechados” gostei talvez por estar já noutra fase de maturidade! : )
ResponderEliminarQuando vi o laranja mecânica era aluna na Fac de Psicologia... por isso a minha perspectiva foi concerteza diferente do que se não fosse :) Mas adorei o filme... como os seguintes! :)
ResponderEliminarO Lolita que é anterior, é um dos que gosto mais...
Laranja Mecânica sem dúvida. O melhor filme de sempre.
ResponderEliminarO primeiro filme dele que vi foi Spartacus.
ResponderEliminarO que mais gostei foi Dr. Strangelove com o fabuloso Peter Sellers
Gostei de todos, mas já agora lembro o Barry Lyndon, adorei!
ResponderEliminarEntão e o "2001 - Odisseia no Espaço"? Ninguém viu??
ResponderEliminar25 anos passados, um obscuro fotógrafo cheio de ideias da “Look Magazine” tornou-se um dos mais desejados e completos cineastas da actualidade. Seu nome Stanley Kubrick. 2001 – ODISSEIA NO ESPAÇO fez-nos ansiar pela etapa seguinte. Ela chegou resplandecente e venceu. Chamou-se LARANJA MECÂNICA. Ambas constituíram (agora adicionadas às obras antigas redescobertas em função destas últimas) o factor dominante para que BARRY LYNDON fosse rodeado de uma auréola de obra-prima, mesmo antes de ter sido estreado. Elas foram também a causa indirecta (já que o próprio filme também para isso contribuiu) da polémica que se veio a gerar, resultante das opiniões contraditórias em redor do seu eventual valor.
ResponderEliminarExcerto de um artigo publicado no nº 3 da Revista ISTO É ESPECTÁCULO, em Novembro de 1976, a propósito da estreia do filme “Barry Lyndon”, de Stanley Kubrick, no cinema Apolo 70, em Lisboa.
Atenção! Os comentários desapareceram.
ResponderEliminarComo o comentário desapareceu, mas como o tinha gravado, volto a publicar ...
ResponderEliminar25 anos passados, um obscuro fotógrafo cheio de ideias da “Look Magazine” tornou-se um dos mais desejados e completos cineastas da actualidade. Seu nome Stanley Kubrick. 2001 – ODISSEIA NO ESPAÇO fez-nos ansiar pela etapa seguinte. Ela chegou resplandecente e venceu. Chamou-se LARANJA MECÂNICA. Ambas constituíram (agora adicionadas às obras antigas redescobertas em função destas últimas) o factor dominante para que BARRY LYNDON fosse rodeado de uma auréola de obra-prima, mesmo antes de ter sido estreado. Elas foram também a causa indirecta (já que o próprio filme também para isso contribuiu) da polémica que se veio a gerar, resultante das opiniões contraditórias em redor do seu eventual valor.
Excerto de um artigo publicado no nº 3 da Revista ISTO É ESPECTÁCULO, em Novembro de 1973, a propósito da estreia do filme “Barry Lyndon”, de Stanley Kubrick, no cinema Apolo 70, em Lisboa.
CB
ResponderEliminarOs comentários desapareceram, porque houve uma avaria no Blogger,duranet mais de 24 horas, que afectou milhares de blogs.
Peço desculpa, mas sou alheio ao sucedido.