Palavras que chegam em ondas, envoltas no cheiro da maresia
Quarta-feira, 27 de Abril de 2011
Imagens da nossa memória (32)
Fechou a última fábrica de máquinas de escrever. Pelo sim, pelo não, continuo a guardar dois velhos exemplares, não vá o diabo tecê-las. Uma Oliva, portátil, e uma Remington, mais pesadona.
Carlos Eu por norma costumo guardar este tipo de objectos, até porque têm sempre um valor sentimental e isso não existe dinhero que pague, ainda tenho a minha primeira máquina de costura que o meu pai me deu tinha eu 16 anos, já lá vão 38, espero guardá-la nem que seja para os meus netos, embora eu pense que não lhe vão dar o valor que ela tem para mim. Gostei imenso dessa sua ideia. Abraço
Também por cá tenho uma portátil, já perdi a conta às vezes que decidi livrar-me dela, acaba sempre por ficar. Tanto stencil ela bateu, certinha, sem força a mais nas letras.
Escrevi a minha dissertação para a cedeira de seminário de saúde mantal e o relatório de estágio, todo numa velhinha máquina, nem me lembro da marca. Nem electrónica era... mas dava cá uma inspiração!Que saudades daquele somzinho! Há qualquer coisa de especial nas máquinas de escrever... de mágico... :)Guarde essas como pequenos tesouros Carlos, porque são mesmo! :)
Máquinas de escrever!!!
ResponderEliminarUm dos meus sonhos!
Ter uma máquina de escrever.
Tive 17 a Dactilografia eheheheheh
Acho que a do meu pai já desapareceu há muito. É que não era só a questão do espaço que ocupava, mas nem fitas se encontravam já para aquilo... ;)
ResponderEliminarO Carlos não é o único a amar as suas antigas máquinas de escrever, o nosso Günter Grass continua a escrever os seus romances numa Olivetti.
ResponderEliminarTenho a minha arrumada no sótão! Nunca se sabe...
ResponderEliminarAbraço
Carlos
ResponderEliminarEu por norma costumo guardar este tipo de objectos, até porque têm sempre um valor sentimental e isso não existe dinhero que pague, ainda tenho a minha primeira máquina de costura que o meu pai me deu tinha eu 16 anos, já lá vão 38, espero guardá-la nem que seja para os meus netos, embora eu pense que não lhe vão dar o valor que ela tem para mim. Gostei imenso dessa sua ideia.
Abraço
CARLOS, a máquina de escrever foi a minha companheira por mais de 20 anos. A ela devo muito, por tudo que ela me deu.
ResponderEliminarTambém por cá tenho uma portátil, já perdi a conta às vezes que decidi livrar-me dela, acaba sempre por ficar. Tanto stencil ela bateu, certinha, sem força a mais nas letras.
ResponderEliminarEscrevi a minha dissertação para a cedeira de seminário de saúde mantal e o relatório de estágio, todo numa velhinha máquina, nem me lembro da marca. Nem electrónica era... mas dava cá uma inspiração!Que saudades daquele somzinho! Há qualquer coisa de especial nas máquinas de escrever... de mágico... :)Guarde essas como pequenos tesouros Carlos, porque são mesmo! :)
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