terça-feira, 12 de abril de 2011

Caderneta de cromos (27)

Alberto João Jardim
Depois da tragédia que se abateu sobre a Madeira, em 2010, Alberto João Jardim não regateou elogios a José Sócrates, enaltecendo o seu sentido de Estado.Depois da tempestade, veio a bonança, ou seja, Jardim voltou ao seu discurso habitual de ódio contra o PS e o país.

Ontem pediu que os socialistas fossem julgados, porque são criminosos. E voltou a ameaçar com a independência da Madeira. Pessoalmente, muito gostaria que essa ameaça se concretizasse. Seria um alívio para os contribuintes portugueses, cansados de pagar os truques do líder madeirense.

Entretanto, de Pedro Passos Coelho, ou de Cavaco, nem uma palavra de recriminação às palavras de Alberto João Jardim. Sintomático!

10 comentários:

  1. Este homem o que precisava é que lhe deitassem pimenta na língua.

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  2. E os votos que ele controla na Madeira?
    Este homem faz declarações que noutro país já o teriam levado a tribunal...

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  3. Prefiro que demos a independência a Jardim e um bote de borracha. A Madeira deixem estar como está.

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  4. Se a ameça se concretizasse!?
    .. as finanças públicas até davam pulinhos!

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  5. Mais do que a independência da Madeira, seria vender a ilha para com a receita reduzir o défice, e incluir uma cláusula, em letras pequeninas, que a venda incluia o Alberto João Jardim, e que este não poderia ser devolvido.

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  6. Um ditador português em pleno século XXI, com os "amiguinhos" partidários a apoiarem-lhe os "golpes". Uma tristeza! :P

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  7. É lá amigo Utópico!!! Que porra é essa? Se põem lá que a venda inclui a obrigatoriedade de levarem também o "animal", bem fica a ilha por vender.

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  8. Caro Bagonha,

    eu disse em letras pequeninas, tipo aquelas dos contratos de seguros ou de empréstimos bancários.

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