Umas murcharam , outras foram vendidas a troco de benefícios pessoais...mas ainda restam muitas na mão de quem viveu com uma esperança enorme o magnífico 1 de Maio 1974!
Aqui lhe deixo um abraço com perfume de cravos frescos, meu caro.
Infelizmente as ervas daninhas tomaram conta do jardim de Abril e lentamente começaram a destruir todas as flores. Aí, colheram os cravos e em vez de plantar sobreiros, criaram as auto-estradas com portagens e caminhos de cabra alternativos para quem não quiser pagar, compraram submarinos, investiram em bancos, contrataram o Frank Gehry e desenvolveram estudos para várias infraestruturas desde teatros a aeroportos e tê-gê-vês, criaram as PPP's e com um metro do Norte ao Sul arranjaram os empregozinhos de ocasião para o filho do senhor doutor engenheiro que tanto prezo e é meu amigo e por isso é um favor que pago para uma besta que nem teve tempo de ir às aulas na faculdade porque tinha apenas tempo livre para se sentar na cadeira e estudar para as alcoólicas e bagaceiras... Com tantos disparates vou parar antes que comece a azia ...
Carlos, temos de nos deixar de saudosismos, que não levam Portugal a ser forte, mas sim a continuar na cepa torta!!!
Já lá vão 37 anos, que homens sem medo tornaram livre Portugal, mas AGORA é altura de olharmos para a frente e empregarmos todas as nossas forças para conseguirmos um Portugal melhor.
A esperança de dias melhores para a nossa pátria continua dentro do meu coração.
Estão todas bem guardadas na minha memória e "abro-as" todas neste dia. Porque um dia acreditei que valia pena viver neste nosso país e porque ainda acredito.
Esmagadas sob as patas dos saudosos do 24 que nunca desistiram de recuperar a coutada. Fomos brandos com eles, não houve julgamentos, aí estão de novo, impunes, a tomar conta do país.
As flores de Abril foram espezinhadas, as que se salvaram foram adornar as casas de meia dúzia de nababos. O que sobrou para o povo, foram umas rosas murchas, quase direi, umas rosas podres.
...suponho... que foram vendidas e que o dinheiro entrou, indevidamente, para dentro de muitas algibeiras.
ResponderEliminarEstão lá fora, nos jardins, nas bermas das estradas... vai lá ver bem!
ResponderEliminarBeijinho :-)
Umas murcharam , outras foram vendidas a troco de benefícios pessoais...mas ainda restam muitas na mão de quem viveu com uma esperança enorme o magnífico 1 de Maio 1974!
ResponderEliminarAqui lhe deixo um abraço com perfume de cravos frescos, meu caro.
Infelizmente as ervas daninhas tomaram conta do jardim de Abril e lentamente começaram a destruir todas as flores. Aí, colheram os cravos e em vez de plantar sobreiros, criaram as auto-estradas com portagens e caminhos de cabra alternativos para quem não quiser pagar, compraram submarinos, investiram em bancos, contrataram o Frank Gehry e desenvolveram estudos para várias infraestruturas desde teatros a aeroportos e tê-gê-vês, criaram as PPP's e com um metro do Norte ao Sul arranjaram os empregozinhos de ocasião para o filho do senhor doutor engenheiro que tanto prezo e é meu amigo e por isso é um favor que pago para uma besta que nem teve tempo de ir às aulas na faculdade porque tinha apenas tempo livre para se sentar na cadeira e estudar para as alcoólicas e bagaceiras...
ResponderEliminarCom tantos disparates vou parar antes que comece a azia ...
Ainda restam muitas nos corações de muitos de nós!
ResponderEliminarAbraço de Abril
Carlos, temos de nos deixar de saudosismos, que não levam Portugal a ser forte, mas sim a continuar na cepa torta!!!
ResponderEliminarJá lá vão 37 anos, que homens sem medo tornaram livre Portugal, mas AGORA é altura de olharmos para a frente e empregarmos todas as nossas forças para conseguirmos um Portugal melhor.
A esperança de dias melhores para a nossa pátria continua dentro do meu coração.
Estão todas bem guardadas na minha memória e "abro-as" todas neste dia.
ResponderEliminarPorque um dia acreditei que valia pena viver neste nosso país e porque ainda acredito.
beijinhos
:)) Bem lembrado! Pergunto-me o mesmo...
ResponderEliminarEsmagadas sob as patas dos saudosos do 24 que nunca desistiram de recuperar a coutada. Fomos brandos com eles, não houve julgamentos, aí estão de novo, impunes, a tomar conta do país.
ResponderEliminarGosto muito de Joan Baez e desta música. Quanto à pergunta não sei responder, mas hoje vi algumas mulheres nas ruas de cravos vermelhos em punho... :)
ResponderEliminarAs flores de Abril foram espezinhadas, as que se salvaram foram adornar as casas de meia dúzia de nababos.
ResponderEliminarO que sobrou para o povo, foram umas rosas murchas, quase direi, umas rosas podres.