terça-feira, 29 de março de 2011

É tão bom, não foi?

Miguel Relvas é uma pessoa séria que não se contradiz. Por isso, deve estar satisfeito com esta explicação da Fitch para baixar o rating de Portugal e dos bancos portugueses.

Em tempo: o Tribunal de Contas confirmou aquilo que aqui escrevi.

4 comentários:

  1. Ainda não percebi se as agências de rating fazem algo mais do que "bater em ceguinhos", do tipo "ai estás aflito para pagar, então toma lá aumento dos juros e não bufes"! :P

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  2. O Miguel Relvas

    é tão só o rosto do polvo

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  3. Coelho e Relvas estão bem um para o outro, nem se ralam em evitar dar... tiros nos pés porque estão habituados quando o povinho está a ser apertado só saber saltar do forno para a fogueira e, se calhar, o povo ainda não apanhou suficiente pancada, para parar com esta parvoeira.
    Eu acho que a cereja no topo do bolo seria, depois das eleições, perderem, definitivamente, as manias das maiorias absolutas e que, de uma vez por todas, se convençam que têm de governar o País em conjunto, e esquecer as agendas partidárias e respectiva distribuição de tachos.Enquanto não aprenderem isto, o País nunca irá para a frente.
    É como quererem uma Democracia feita de pequenas Ditaduras. Acima dos Partidos está o Bem da Nação.
    E quem não souber ou quiser Governar em conjunto... é porque não está com boas intensões. Acredito que, nestas épocas de crise, é possível consensos, claro que são difíceis... mas quem disse que a política tem de ser fácil?

    Bjos

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  4. Até magoa ouvir aquela avaliação - um nível acima de lixo.
    Dá vonade de gritra que lixo é o @#$%^!!!

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