Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011

Ora dêem lá a vossa opinião, sff!

Na sequência deste post lembrei-me de vos perguntar. Será justo que um dirigente de um organismo com 50 pessoas, ganhe o mesmo que outro com 500 funcionários? Já agora, a mesma pergunta em relação a directores de serviços e chefes de divisão. Finalmente, uma última questão: faz algum sentido que haja directores de serviços que "dirijam" apenas um funcionário? Não seria mais lógico que o governo começasse a poupar, cortando nas chefias que apenas existem para satisfazer clientelas?

7 comentários:

  1. o problema é que essas chefias são de "boys" do aparelho.

    ResponderEliminar
  2. Carlos,
    Não vamos lá cortando essas chefias...
    A questão de fundo é cortar no Governo...

    ResponderEliminar
  3. Não mas esse dirigente deve ser escolhido por concurso com completa isenção. Sejam dirigentes, directores ou chefes de divisão. Não faz sentido nenhum que haja um director para um funcionário como não faz sentido não meterem pessoal das categorias mais baixas como motoristas, telefonistas, etc e metam técnicos superiores aos molhos. Se não metem desse tipo de pessoal, que faz falta, um assistente técnico ou um técnico superior não tem que andar a conduzir os carros do estado nem a fazer telefonemas, onde vão arranjar dinheiro para pagar aos técnicos superiores que ganham 3 ou 4 vezes mais? Está-se mesmo a ver quem são esses técnicos superiores que metem, não?

    ResponderEliminar
  4. Uma chefia de uma pessoa é um bocado ridículo. E, no meu entender, não deviam existir cargos de chefia (remunerados como tal) sem um número suficiente de subordinados. Embora ache que 50 pessoas já o são! Mas certamente quando são 500, o chefe mandará noutros chefes que coordenam parte delas, na tal pirâmide hierárquica - que por vezes está invertida! ;)

    ResponderEliminar
  5. Visto assim, parecem realmente chefes a mais.

    ResponderEliminar
  6. E depois onde é que eles arranjavam tachinhos para os amigos?

    ResponderEliminar
  7. Isso quando não delegam também as suas competências nos funcionários, sem que se enquadrem as responsabilidades assumidas por eles na posição remuneratória da tabela de vencimentos. Enquanto uns enchem os bolsos os outros que trabalhem.

    ResponderEliminar