Palavras que chegam em ondas, envoltas no cheiro da maresia
Sábado, 19 de Fevereiro de 2011
Late night wander (41)
Já tinha ouvido uma mãe apresentar queixa na polícia contra o filho de 19 anos que ameaçou matá-la se ela não lhe desse um automóvel. Mas um miúdo de 13 anos a fazer isto, foi a primeira vez. Quantos casos semelhantes nunca chegam aos jornais?
Diria que essa reação não tem totalmente a ver com a idade mas com o vício que o miúdo já adquiriu ao jogos. Esta é uma nova dependência que já tem levado ao suicídio. Houve um caso desses no Canadá há relativamente poucos anos. Dependência esta que afecta adultos e, consequentemente, famílias. Um grande problema, mais um, que muitos pais e famílias estão a enfrentar.
Tenho duas filhas. Uma delas quase com 13 anos. Nunca lhes bati. E espero nunca ter de o fazer. Sim, porque, como aconteceu comigo, elas sabem que, se for necessário, levam um par de tabefes. Independentemente da idade que tenham. Será que este garoto também os levou, ou, pelo menos, sabia que havia essa possibilidade?
Isto chama-se falta de diálogo. Meu filho tem 15 anos, adora jogar on-line com os colegas da escola e outros tantos. A diferença dele para os outros é que nós conversamos sobre tudo, inclusive sobre os jogos, o que muitos pais e mães não fazem, por falta de tempo ou paciência. É preciso saber ouvir os filhos nas suas alegrias, tristezas e principalmente aflições. E é claro que dizer não quando é preciso. De preferência explicando o motivo, mesmo que à princípio o filho não compreenda.
Julgo que o volume de casos de violência doméstica provocada pelo Facebook (redes sociais ou Farmville) estarão na proporção...
ResponderEliminarAlienação total!
Diria que essa reação não tem totalmente a ver com a idade mas com o vício que o miúdo já adquiriu ao jogos. Esta é uma nova dependência que já tem levado ao suicídio. Houve um caso desses no Canadá há relativamente poucos anos. Dependência esta que afecta adultos e, consequentemente, famílias. Um grande problema, mais um, que muitos pais e famílias estão a enfrentar.
ResponderEliminarCriam monstrozinhos e depois admiram-se.
ResponderEliminarFico aflita quando ouço ou leio coisas destas...
ResponderEliminarEu, que até fui bem sucedida como prof. e como mãe, arrepio-me...
Tenho duas filhas.
ResponderEliminarUma delas quase com 13 anos.
Nunca lhes bati.
E espero nunca ter de o fazer.
Sim, porque, como aconteceu comigo, elas sabem que, se for necessário, levam um par de tabefes.
Independentemente da idade que tenham.
Será que este garoto também os levou, ou, pelo menos, sabia que havia essa possibilidade?
O mais dramático disto é que se a mãe lhe der o par de tabefes que ele , sem dúvida, merece poderá ser julgada em Tribunal!
ResponderEliminarBom dia.
Isto chama-se falta de diálogo.
ResponderEliminarMeu filho tem 15 anos, adora jogar on-line com os colegas da escola e outros tantos.
A diferença dele para os outros é que nós conversamos sobre tudo, inclusive sobre os jogos, o que muitos pais e mães não fazem, por falta de tempo ou paciência.
É preciso saber ouvir os filhos nas suas alegrias, tristezas e principalmente aflições.
E é claro que dizer não quando é preciso. De preferência explicando o motivo, mesmo que à princípio o filho não compreenda.