Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

Para avivar a memória

Moubarak só ao fim de 30 anos se lembrou que existe uma coisa chamada democracia. O mesmo tempo que os países ocidentais demoraram a recordar ao presidente egípcio que, apesar de tudo, a democracia existe. A todos recomendo Fosgluten

6 comentários:

Daniel Santos disse...

pior é que só agora é que o Ocidente reparou que aquilo não é uma democracia.

ematejoca disse...

Quem morre de medo nem é a Alemanha, nem são os Estados Unidos, nem é ninguém cá do Ocidente.
Quem morre de medo é Israel e com toda a razão!

Para o nosso Guido Westerwelle, os protestos no norte da África são o começo de grandes mudanças.
"Nada será mais como antes", disse o "querido" ministro à emissora alemã SWR.

Certo é, que o velhote está mais com os pés na cova do abrir o caminho para uma democracia.

Já agora!
Hoje é o dia 31 de Janeiro, e o Carlos ainda não se referiu a este acontecimento histórico???

Luís Coelho disse...

Quem consegue aguentar-se no poder trinta anos, esse medicamento não lhe faz nada.
O tratamento para esses gajos era fazer-lhes o que eles fizeram ao povo.
Retirarem-lhes todos os bens e distribui-los democraticamente na construção de escolas, hospitais e toda a rede social.

Teté disse...

Tomava esse medicamento quando era miúda, em época de exames. Duvido é que ajude a memória daqueles que não querem lembrar... ;)

Pedro Coimbra disse...

Lembrou-se tarde Carlos.
Bem pode esbracejar que já não tem hipóteses.
Chegou ao fim.

ematejoca disse...

Para mim, como mulher, os ditadores mais horrorosos não foram os latino-americanos, mas sim, Khomeynī e Mahmoud Ahmadinejad.
O que mais me chateia, é ter andado à pedrada com a polícia, nas demonstrações contra o xá, pois nessa altura era a favor do Khomeynī. Pecados da minha juventude.
Claro que desejo a democracia no Egipto, só tenho medo, que ainda venha um ditador pior, como aconteceu no Irão.