Os líderes ocidentais andam nervosos. A queda da ditadura amiga da Tunísia não veio em boa hora. Acresce que a ditadura do amigo Moubarak está a tremer. E, se cair, outras ditaduras amigas do ocidente podem ter o mesmo destino. Neste momento,do Eliseu à Casa Branca, ninguém pensa em exportar democracia. Apenas na melhor forma de evitar os danos causados pela queda das ditaduras amigas.
Olá Carlos :)
ResponderEliminarFiz link :)
Obrigado.
Abraço.
O exemplo disso é Obama que até faz discurso em directo da Casa Branca para o Egipto...
ResponderEliminarCaríssimo Carlos Barbosa de Oliveira,
ResponderEliminarRealmente, está aí o busílis da questão: a política dos interesses em detrimento da política dos valores, o que prova que Francis Fukuyama estava redondamente enganado nos anos 90 com a sua tese do fim da História.
No entanto, não admira que andem nervosos porque o Ocidente está em plano inclinado e a perder terreno para o Hemisfério Oriental e o Hemisfério Sul... Mas o problema não se resolve com paliativos, porque é necessária uma estratégia global Europeia que garanta a coesão político-social da UE e que reforme as arcaicas estruturas institucionais para que um dia seja possível concretizar a verdadeira cidadania europeia.
Esta atitude cínica dos líderes europeus não se compadece com tradição da Civilização que fez brotar a consciência cívica de Defesa dos Direitos do Homem no século XVIII. Fazem falta novos líderes capazes e mobilizadores que não reneguem as tradições históricas do velho continente!
Saudações cordiais, Nuno Sotto Mayor Ferrão
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