segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Vou andar por aí...

Estou com falta de tempo para escrever e para vos visitar, mas não podia deixar de particpar nesta festa, correspondendo ao amável convite que me foi feito, por isso hoje encontram-me aqui.

Assédios


A Joana andava a ser assediada pelo chefe. Nunca se queixou à APAV, porque achava piada à situação e sabia que podia tirar dividendos dela. Enquanto permitisse as investidas do chefe, correspondendo com um sorriso enigmático e aceitasse um ou outro convite para almoçar, permitindo umas carícias, podia baldar-se à sexta-feira a seguir ao almoço, desleixar um pouco o serviço e até fazer umas gazetas, para ir até à praia.
O chefe, porém, jogava em mais do que um tabuleiro e começou também a assediar a Mariana. Só que Mariana reagiu de forma diferente... Em vez de se aproveitar da situação, avisou- o de que não tolerava os avanços. O chefe insistiu e ela apresentou queixa à APAV. Numa tentativa de conciliação, o chefe prometeu promovê-la e acabar de vez com o assédio.
Quando Joana soube da história, decidiu também apresentar queixa. Alguns colegas apoiaram-na. Outros deixaram de lhe falar e chamaram-lhe oportunista. Qual é a sua opinião?
( texto já editado)

Pelo país dos blogs

Muito se tem escrito e falado sobre Sakineh Ashtiani, a iraniana condenada à morte por apedrejamento, depois de ter sido acusada de adultério e de cumplicidade na morte do marido. Uma Domadora de Camaleões narra-nos uma outra história, que merece mais do que um mero assentimento. Porque é uma história de intolerância religiosa que nos devia provocar idêntica indignação, mas a que o Ocidente tem votado a um confrangedor silêncio.