segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Viva o bom humor

Precisávamos de um pouco do humor deste autarca de Oliveira do Hospital

Ofereçam-lhe um espelho

"Contra o Porto move-nos a civilização contra a barbárie"
Esta frase não foi proferida por um carroceiro. Nem por um analfabeto. Foi escrita por um proto intelectual da esquerda caviar, que descredibiliza a esquerda em Portugal: Daniel Oliveira.
É gente desta estirpe que dá mau nome à esquerda e, por isso, se explica que a comunicação social lhe dê tanto espaço. O homem escreve no Record sobre desporto, é protagonista de um programa que atenta todos os sábados contra a inteligência dos portugueses ( O Eixo do Mal ) e debita "umas coisas" nas páginas do "Expresso".
Daniel Oliveira ajuda mais ao arreganhar de dentes da direita em Portugal, do que 50 Pedros Passos Coelho juntos. Utiliza as páginas dos jornais e o tempo de antena televisivo para vomitar ódio e cultivar a sua personalidade narcísica. A comunicação social convida-o para escrever ou mandar bitaites, porque ele serve magistralmente os interesses da direita, ao dar uma imagem da esquerda, intolerante e ressabiada. DO não tem uma linha de pensamento. Tem arrotos de ódio. DO desconhece a tolerância e a solidariedade, porque cultiva o confronto e atiça o ódio. Isso não é ser de esquerda, é ser imbecil!
Daniel Oliveira não é apenas anti-comunista, é um pedante intelectual, que fala e escreve sob a capa de homem de esquerda, mas serve apenas os interesses da direita. É um idiota útil, um parasita da comunicação social e vive feliz com isso. Presta um excelente serviço à direita e é por isso que a comunicação social o trata com tanto desvelo e alimenta a sua conta bancária. Gente de esquerda que pense, seja tolerante e coerente, não interessa à nossa comunicação social, dominada pelos interesses económicos e políticos da direita, a quem DO serve com desmesurado desvelo.
Proponho que façamos uma petição para lhe oferecer um espelho. Pode ser que desperte para a realidade.

O emplastro

Tornaram-se amigos inseparáveis no 11º ano. Fizeram o curso juntos, terminaram no mesmo ano e foram trabalhar para a mesma empresa.
Havia quem dissesse que eram namorados, mas não queriam assumir a relação. Eles sempre disseram que eram apenas amigos. Que se davam como irmãos.
Um dia ela foi convidada para trabalhar noutra empresa, mas isso não impediu que continuassem a ser inseparáveis. Dois anos depois, ela convidou-o para ir trabalhar na mesma empresa. Ele aceitou.
Passaram cinco anos e nunca mais se voltaram a ver. O emprego que ela lhe ofereceu era nos escritórios da empresa na Nova Zelândia…
Ele continua solteiro, ela está à espera do segundo filho.

São todos iguais perante Deus...

... mas uns são mais iguais do que outros.O Papa deu um bom exemplo de caridade cristã