Foi o último filme de Beatriz Costa e do realizador Chianca de Garcia, antes de emigrar para o Brasil. A Censura do Estado Novo cortou uma pequena parte do filme, porque a considerou imoral.
João Bénard da Costa comparou a "Aldeia da Roupa Branca" ao filme soviético "Os Alegres Foliões".
Embora hoje não tenha visto alegres foliões, nem muita roupa branca para os aldos da AR, creio que a evocação se ajusta perfeitamente à data.
Hoje também se comemoram os 20 anos da libertação de Nelson Mandela. Era preto e só alinhava em folias anti-apartheid.


