Palavras que chegam em ondas, envoltas no cheiro da maresia
Terça-feira, 16 de Novembro de 2010
Obrigado, José!
Parabéns, José! No dia em que celebrarias 88 anos, não nos esquecemos de te agradecer as belas páginas que nos deixaste e o que fizeste pelo nome de Portugal.
Foi grande demais para o país em que nasceu. Por isso o Mundo não esteve com cerimónias - abriu-se-lhe. Se ainda estivesse com ele, como da última vez que nos vimos, e lhe desse um abraço, ver-lhe-ia, por certo, uma lágrima. Abraço, Carlos
Tal como sempre acontece aos verdadeiramente Grandes, este desgraçado país não soube merecê-lo em vida. Esperemos que pelo menos saiba perpetuar o seu legado e a sua memória.
Um génio. Leio por ora As Pequenas Memórias. Recomendo. Pena tenho, de já ter partido o Homem que mais gosto de ler. Mereceu tudo o que ganhou. Apesar do Nobel, não foi reconhecido devidamente.
Uma honra para a língua portuguesa e mais ainda para Portugal ter concedido este gênio. Não canso de admirá-lo e ler tudo quanto escreveu. "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" não me cansa. Leio quantas e quantas vezes...
Sim, grande, grande, mas há muitos que, por fanatismo político-religioso, se regozijam de ele ter morrido. Sem, ou com pontuação, o que é facto é que ele provou ao mundo que é no conteúdo que está a força dum texto, ou dum livro, independentemente de estar, ou não, gramaticalmente correcto. Quando aquilo que se diz, é superior à forma como se escreve, quem poderá criticar as suas obras? Só os que, fanáticamente, não querem ver o que estava para além da sua (não) pontuação.
Carlos
ResponderEliminarApenas assino por baixo. O meu caro disse tudo.
Foi grande demais para o país em que nasceu. Por isso o Mundo não esteve com cerimónias - abriu-se-lhe.
ResponderEliminarSe ainda estivesse com ele, como da última vez que nos vimos, e lhe desse um abraço, ver-lhe-ia, por certo, uma lágrima.
Abraço, Carlos
Tal como sempre acontece aos verdadeiramente Grandes, este desgraçado país não soube merecê-lo em vida. Esperemos que pelo menos saiba perpetuar o seu legado e a sua memória.
ResponderEliminarUm génio. Leio por ora As Pequenas Memórias. Recomendo. Pena tenho, de já ter partido o Homem que mais gosto de ler. Mereceu tudo o que ganhou. Apesar do Nobel, não foi reconhecido devidamente.
ResponderEliminarVou fazer link no meu espaço principal...
ResponderEliminarTambém me associei e esta homenagem a Saramago.
ResponderEliminarBeijinhos
Pelo muitoque nos deste e continuarás a dar.
ResponderEliminarUm abraço, José
Um grande abraço, José!
ResponderEliminarUma honra para a língua portuguesa e mais ainda para Portugal ter concedido este gênio. Não canso de admirá-lo e ler tudo quanto escreveu. "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" não me cansa. Leio quantas e quantas vezes...
ResponderEliminarBeijos
Carla
Sim, grande, grande, mas há muitos que, por fanatismo político-religioso, se regozijam de ele ter morrido. Sem, ou com pontuação, o que é facto é que ele provou ao mundo que é no conteúdo que está a força dum texto, ou dum livro, independentemente de estar, ou não, gramaticalmente correcto. Quando aquilo que se diz, é superior à forma como se escreve, quem poderá criticar as suas obras? Só os que, fanáticamente, não querem ver o que estava para além da sua (não) pontuação.
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