Leitora amiga fez-me chegar esta notícia. Tal como ela, fiquei comovido com esta manifestação espontânea dos lisboetas a uma figura que se tornou um símbolo das noites da cidade.Nem a senhora Olinda - que há anos me delicia com as castanhas assadas com esmero no Saldanha- faltou ao último adeus que, durante duas horas, tornou Lisboa uma cidade mais humana. Há pequenos gestos que calam fundo e nos fazem acreditar que um mundo melhor é possível.
( Aconselho-vos a ver o video no fim da notícia).
Comovente mesmo. Ainda há esperança na humanidade. :)
ResponderEliminarNa humanidade não sei, mas que ainda á pessoas boas, isso há.
ResponderEliminarNão sabia nada do senhor João e fui agradavelmente surpreendido com a notícia televisiva desta expontânea despedida sentida e sincera ao senhor do Adeus.
ResponderEliminarCarlos
ResponderEliminarNão conhecia esta "figura" até porque só vou a Lisboa quando tem mesmo que ser e da noite Lisboeta fujo a sete pés. Mas que é uma linda estória, é . Apesar de envolver uma morte. Só prova que o ser humano é capaz de tambem fazer coisas boas. Entra aquela dos fracos Reis...
sorriso
ResponderEliminarsorriso e cumprimento
sorriso que se foi
e eu lamento
um sorriso
surreal
um sorriso dado
afinal
pela solidão
de um cidadão
Claro que ainda há esperança!
ResponderEliminarNunca o vi, não vivo em Lisboa mas conhecia a sua história...
A quem teria ele dirigido o seu último adeus?
Conheço a notícia.
ResponderEliminarConfesso que nunca tinha visto a pessoa.
Que, julgo, nunca terá pensado ser alvo desta atenção.
Este comentário foi removido pelo autor.
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ResponderEliminarA pressa provocou mais um engano... e tive de cancelar o meu comentário, que aqui vai rectificado:
ResponderEliminarEste blog tem-me dado um manancial de informação que desconhecia. Hoje conheci o Senhor do Adeus, cujo aceno de mão me colocou um nó na garganta, pelas mensagens que estarão escondidas nele, para além da sua comunicação com os outros.
Obrigada, Carlos. Ficou-me, deste texto, interrogações, emoção e a tristeza duma solidão que uma televisão, com todas as suas telenovelas e tantas outras coisas que nos são oferecidas no final dum dia de trabalho, não lhe apagavam, nem nos apagam.
Não conhecia o senhor, mas quando tomei conhecimento da sua morte, na blogosfera, e desta despedida ao senhor do adeus, questionei-me sobre quantas daquelas pessoas terão feito algo para aliviar a solidão do senhor. Quantas pessoas terão passado por ele e reagido como se ele tivesse lepra? Quantas destas pessoas começarão a cumprimentar "os desconhecidos" com quem se cruzam todos os dias, na cidade?
ResponderEliminarUm momento de ternura numa cidade de solidões.Deu-nos esperança .
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