Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

Foi você que falou em coragem?

Esta criatura foi apontada por muita gente, incluindo alguns jornalistas, como um exemplo de coragem, por ter publicado escutas desrespeitando uma ordem do tribunal. Apesar de saberem que a transcrição das escutas foi truncada e que não tinha como objectivo informar, mas interesses meramente políticos, alguns escribas de jornais erigiram-no a símbolo da defesa da liberdade de expressão. Quando li esta notícia apeteceu-me de imediato esfregá-la na cara desses jornalistas, para ver se aprendem o que é coragem, o que significa liberdade de expressão e deixam de confundir dever de informar, com direito a informar.

8 comentários:

  1. É por textos assim que o arrolei no rol das minhas testemunhas que, na devida altura, provarão a existência de uma informação "irresponsávelmente" golpista...

    Boa malha, meu caro. Boa malha a desmacarar esta canalha!

    Abraço

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  2. Um nojo Carlos, um nojo. Estive para fazer um post sobre isso, mas acabei por seleccionar outra nojice, já que "jornalismo" não é a minha praia.

    Beijinho.

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  3. Sendo sobrinho de quem é, está-lhe na massa do sangue ser abjecto!

    Uma boa noite.

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  4. Foi V. que disse que eu não gosto de vermelho?!Por acaso gosto mais de esmeraldas.

    Se o pai dele fosse vivo, o professor António José Saraiva, que até esteve exilado em França, morria agora de vergonha. Talvez tenha saido à mãe que o conquistou quando ele era professor dela. E nas aulas dela os homens(rapazes) ficavam sempre nas filas da frente porque ela gostava de cruzar as pernas de uma certa maneira, fora da secretária, e nós raparigas vínhamos para trás.
    Os angolanos ajudá-los-âo. Eles até gostam de loiras.

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  5. Aquilo que percebemos é simples, Carlos
    Quem não publicar umas escutas, uma devassa de vida privada, vende pouco.
    Tão simples quanto isso.

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  6. Ora bem!
    Com elegância se desmonta a peçonha da aranha.
    Abraço e bom Domingo

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  7. Muito bem, Carlos.

    [Ando sem tempo para grandes visitas]

    :)))

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  8. Tem piada que a minha opinião sobre este homem é igual. Como as pessoas têm memória curta, já não se lembram dessa entrevista que ele deu ao Expresso em que dizia que ia receber o Nobel pelo seu livro. Li a entrevista, pensando que ali havia algum laivo de brincadeira, mas não - era toleima e da mais disparatada possível!

    Também protagonizou o episódio do despedimento de João Carreira Bom e era um autêntico lambe-botas do patrão. Até ele próprio ser substituído, o que parece ter-lhe dado ainda mais volta ao miolo. E aí já dizia cobras e lagartos do Expresso quando foi como director para o Sol. Não é de admirar, portanto, que em vez de assumir os seus actos, sacuda a água do capote atirando-a para cima das jornalistas...

    Cá por mim, ele devia ir para casa escrever mais eventuais candidatos ao Nobel! :)

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