Esta criatura foi apontada por muita gente, incluindo alguns jornalistas, como um exemplo de coragem, por ter publicado escutas desrespeitando uma ordem do tribunal. Apesar de saberem que a transcrição das escutas foi truncada e que não tinha como objectivo informar, mas interesses meramente políticos, alguns escribas de jornais erigiram-no a símbolo da defesa da liberdade de expressão. Quando li esta notícia apeteceu-me de imediato esfregá-la na cara desses jornalistas, para ver se aprendem o que é coragem, o que significa liberdade de expressão e deixam de confundir dever de informar, com direito a informar.
É por textos assim que o arrolei no rol das minhas testemunhas que, na devida altura, provarão a existência de uma informação "irresponsávelmente" golpista...
ResponderEliminarBoa malha, meu caro. Boa malha a desmacarar esta canalha!
Abraço
Um nojo Carlos, um nojo. Estive para fazer um post sobre isso, mas acabei por seleccionar outra nojice, já que "jornalismo" não é a minha praia.
ResponderEliminarBeijinho.
Sendo sobrinho de quem é, está-lhe na massa do sangue ser abjecto!
ResponderEliminarUma boa noite.
Foi V. que disse que eu não gosto de vermelho?!Por acaso gosto mais de esmeraldas.
ResponderEliminarSe o pai dele fosse vivo, o professor António José Saraiva, que até esteve exilado em França, morria agora de vergonha. Talvez tenha saido à mãe que o conquistou quando ele era professor dela. E nas aulas dela os homens(rapazes) ficavam sempre nas filas da frente porque ela gostava de cruzar as pernas de uma certa maneira, fora da secretária, e nós raparigas vínhamos para trás.
Os angolanos ajudá-los-âo. Eles até gostam de loiras.
Aquilo que percebemos é simples, Carlos
ResponderEliminarQuem não publicar umas escutas, uma devassa de vida privada, vende pouco.
Tão simples quanto isso.
Ora bem!
ResponderEliminarCom elegância se desmonta a peçonha da aranha.
Abraço e bom Domingo
Muito bem, Carlos.
ResponderEliminar[Ando sem tempo para grandes visitas]
:)))
Tem piada que a minha opinião sobre este homem é igual. Como as pessoas têm memória curta, já não se lembram dessa entrevista que ele deu ao Expresso em que dizia que ia receber o Nobel pelo seu livro. Li a entrevista, pensando que ali havia algum laivo de brincadeira, mas não - era toleima e da mais disparatada possível!
ResponderEliminarTambém protagonizou o episódio do despedimento de João Carreira Bom e era um autêntico lambe-botas do patrão. Até ele próprio ser substituído, o que parece ter-lhe dado ainda mais volta ao miolo. E aí já dizia cobras e lagartos do Expresso quando foi como director para o Sol. Não é de admirar, portanto, que em vez de assumir os seus actos, sacuda a água do capote atirando-a para cima das jornalistas...
Cá por mim, ele devia ir para casa escrever mais eventuais candidatos ao Nobel! :)