
Condenado à morte quando rebentou a guerra dos detergentes, protagonizada pelo Tide e pelo Omo, passaram-lhe a certidão de óbito com a descoberta dos "glutões" do Presto. Resistiu nos lavadouros, enquanto existiram lavadeiras, mas desapareceu dos cenários domésticos com a entrada em cena da máquina de lavar que destronou os velhos tanques de pedra.O outrora famoso sabão azul e branco ganhou um novo fôlego, graças à gripe A e à ministra da saúde, Ana Jorge, que o aconselhou para lavagem das mãos, como alternativa aos desinfectantes. Voltou a ser notícia nos jornais. Fico a saber que no Norte se vende em versão rosa. Vá lá saber-se porquê…A maior fatia da produção (seis mil toneladas) destina-se ao mercado africano, garantindo 26 postos de trabalho em Portugal. Depois do conselho da ministra, a empresa aumentou significativamente o volume de vendas em Portugal. É curioso constatar, no mercado das novas tecnologias, a ressurreição de “velharias” com novas potencialidades.
Debelada a gripe A, logo alguém - receoso de que se perdessem as potencialidades do sabão macaco- decidiu utilizá-lo no campo da literatura. O advogado Hugo Marçal lançará na próxima segunda-feira um livro com o sugestivo título "Sabão Azul e Branco". Hugo Marçal foi acusado de mais de 40 crimes no âmbito do processo Casa Pia, cuja sentença foi hoje proferida. Não poderia haver título mais sugestivo e imagem mais adequada ao dia de hoje.
O " Sabão Azul e Branco" - também conhecido como sabão macaco- é multifunções e serve para tudo. Bem... quase tudo... porque apesar das suas múltiplas potencialidades, nunca conseguirá apagar uma nódoa como Laurentino Dias. E é pena, porque sendo ele também secretário de estado da juventude, prestou, com a sua actuação no caso Queiroz um mau serviço prestado ao país e deu um mau exemplo aos nossos jovens, que mereciam ter como representante, alguém que, na sua forma de agir, não revelasse resquícios da Mocidade Portuguesa.
Por incrivel que possa parecer, NUNCA abandonei o sabão azul e branco.
ResponderEliminarMesmo azul, nada de cor de rosa.
Lamento informar a Sr.ª Ministra, mas já sabia que o dito sempre foi o melhor desinfectante.
Abraço.
Voltei só para dizer que fiquei por aqui.
ResponderEliminarEmbora de visita diária, a mesma não estava "oficializada". Agora, sim!
Vou confessar uma coisa aqui...apesar de hoje lavar pouca roupa pois trabalho o dia todo fora e tenho uma moça que me auxilia em casa, eu gosto mesmo, quando estou com tempo , é de lavar a roupa no tanque e com sabão.Ensaboar e esfregar com vontade contra as ranhuras do tanque.A roupa fica infinitivamente mais limpa.
ResponderEliminarInfelizmente , na correria do dia a dia é preciso apelarmos para a máquina de lavar.Enfim, não se pode ter tudo nessa vida.
E quanto aos maus exemplos da política portuguesa não posso opinar, mas posso garantir-lhe que aqui temos uns terríveis também.
Continuo a usar o sabão azul e branco, numa dada altura tentaram destroná-lo com o sabão Clarim mas este velhinho continuou a sobreviver.
ResponderEliminarAbracinho
Continuo a usar o sabão azul e branco, numa dada altura tentaram destroná-lo com o sabão Clarim mas este velhinho continuou a sobreviver.
ResponderEliminarAbracinho
Esta foto faz-me lembra o queijo...
ResponderEliminarTambém por aqui tenho o maravilhoso desinfectante.
Caro Carlos, se fosse só o L. Dias!
ResponderEliminar[Leu o meu último desabafo em relação ao "causo"?]
Ah e gostei de "rever" o velho sabão azul e branco. Também havia a versão branco e cor-de-rosa. Mas claro, a versão azul e branca é muito mailinda
:)))
Pelos comentários, afinal, fica comprovado que não é uma imagem da nossa memória porque, também, cá por casa, nunca faltou o sabão azul e branco, para as nódoas mais difíceis e para ter sempre à mão... quando falam em bactérias à solta;)
ResponderEliminarBjos
Hugo Marçal é um criminoso e vai pagar por isso...
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