Com a embrulhada que o governo e o PSD arranjaram em relação às SCUT, quem se vai tramar é o funcionário público. Com a descida do rating pela Moody's e a necessidade de arranjar até final do ano o dinheiro perdido com as SCUT, o governo vai eleger mais uma vez os funcionários públicos como bode expiatório, entregando-os em sacrifício à turba dos chulos e agiotas.
Aqueles que conduziram o mundo à actual situação, não deixarão de ficar reconhecidos ao governo pela redução dos salários, o corte de parte (ou a totalidade) do subsídio de Natal, e a aquisiçaõ, pelo governo, de cerca de mil viaturas novas para satisfazer o mercado.
Enquanto o povo se revolta contra Sócrates, Pedro Passos Coelho está a rir-se baixinho. Atira as pedras e esconde a mão, na certeza de que com essa estratégia conquistará o coração dos portugueses.
Herdará um país com um tecido social em ruínas mas - acolitado pelos blogs oficiosos, que vão tecendo loas à humildade e nobreza do novo líder laranja- assumirá o papel de Salvador da Pátria, acolitado por Durão Barroso que desempenhará o papel de Presidente da República. Há sempre um lugar na História reservado aos traidores...
Fujam enquanto é tempo, porque este país está quase a bater no fundo e a ser tomado de assalto por um bando de torcionários a soldo do grande capital.
Eu não aposto nada, porque é uma aposta perdida, à partida!
ResponderEliminare não podemos lutar para lhes dar uma coça?
ResponderEliminarQuem vai seguir o seu apelo à deserção?
ResponderEliminarQuem vai fugir enquanto é tempo?
Por certo não serão todos aqueles que, com idade de poderem cumprir um direito cívico, o vão exercer votando nos salvadores da Pátria... e são muitos, serão até a maioria absoluta, se o Carlos insistir em desistir...
Força, carago!
Só espero que daqui a algum tempo os veja sair do armário tal e qual como o Miguel de Vasconcelos.
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