Não divulgar as fontes é um dos princípios básicos do jornalismo, mas não é sério publicar uma conversa com a fonte, como se de uma entrevista se tratasse.
Se a fonte reage insultando o jornalista e negando o conteúdo da conversa, o jornal tem obrigação de defender o jornalista. Limitar-se a dizer que a conversa está gravada, não a publicando, lança forçosamente a dúvida sobre a idoneidade do jornalista. Dúvida agravada, quando o jornal divulgou escutas telefóncas ( supostamente truncadas...) recorrendo a métodos pouco éticos e ignorando uma providência cautelar.
O resto é poeira que alguns escribas de serviço tentam atirar-nos para os olhos, sabe-se lá com que insondáveis interesses...
Concordo.
ResponderEliminarBeijinhos.
AH a incoerência... essa maldita!
ResponderEliminar(será que isto tem a ver comigo?)
ResponderEliminarNão deve estar a comentar, neste seu post, o meu debate com o Presidente da ANF, pois não?
Espero que não!
Rogério: Não assiti a esse debate, ou então não me recordo. Mas ANF não tema a ver com Farmácias?
ResponderEliminarCaro Carlos,
ResponderEliminarDesculpe a minha descoordenação. Só agora é que o debate "foi para o ar"... e tem a ver com o encerramento de farmácias nos meios rurais (nomeadamente em Alvega...)