José Manuel Fernandes, ex- director do "Público", decidiu armar-se em juiz e escreveu esta postiúncula própria de um invertebrado.
A insinuação define de forma assertiva o seu autor. O mesmo que lançou, há um ano, a polémica sobre as escutas, envolvendo um assesor do PR. É este jornalismo asqueroso que descredibiliza a profissão.
Rcuso-me a ler seja o que for dessa criatura apoiante acéfala de Bush e sequazes, me desculpe.
ResponderEliminarMas imagino , pelas amostras interiores, a infâmia que terá escrevinhado!
tudo de bom.
Carlos,
ResponderEliminarVocê tem o azar de ter que estar atento a tudo e a todas as notícias!
Já viu a minha sorte?
Um beijo
Politica canalha
ResponderEliminarAssente e aceite, baseada em lugares comuns, engodo fácil para néscios e gente amoral,
está a utilização sistemática da insídia, da calúnia, do vilipêndio para atingir adversários
políticos, vender jornais, gastar horas de televisão e, enquanto dura, promover figuras
públicas, com estatuto de «justiceiros». Algumas pessoas, que, passada a «onda»,
voltam necessariamente à vulgaridade.
São conhecidos os jornalistas, comentadores e pivôs de televisão que alimentam estes
processos.
Cientes das «verdades» insofismáveis de ditados populares como «não há fumo sem
fogo», «quem anda à chuva é que se alaga» etc., e cientes do peso que estes têm
na formação do pensamento dos mais incautos, lá estão eles sempre disponíveis,
pressurosamente disponíveis, para nos dar conta da «riqueza» do seu pensamento
enquanto arrastam a barriga pela lama, numa volúpia irreprimível.
Bom, assim é, assim será. Agora, o que não se pode esquecer e perdoar é uma
campanha política para as eleições europeias e legislativas conduzida na base
destas «técnicas» e que teve como protagonistas a anterior direcção do PSD, presidida
por Manuela Ferreira Leite e assessorada por Pacheco Pereira.
Politica canalha.
Para memória futura.
A Magistrada devia processá-lo. É uma acusação sem tamanho.
ResponderEliminarMas ainda há quem bata palmas, meu caro.
:))