segunda-feira, 7 de junho de 2010

O direito a ser feliz

Teresa e Helena mereciam figurar nesta rubrica. Pela sua perseverança, pela sua luta contra os preconceitos do Portugal homofóbico onde tiveram a desdita de nascer. Hoje, concretizaram o seu desejo. Provavelmente continuarão a ser ostracizadas, mas a sua coragem ficará gravada nas páginas da História de Portugal. Certamente sem o mesmo relevo que será dado ao PR que pretendia negar-lhes o direito de se casarem, mas como um exemplo de luta e dignidade que Cavaco nunca demonstrou ser capaz de igualar. Que sejam felizes para sempre.

15 comentários:

  1. Desejo-lhes o mesmo, infelizmente, como bem referes ainda vão ter que aguentar muita tacanhice.

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  2. Carlos
    Os meus parabens por mais este excelente e marcante post. Por aqui fui ao "Portugal no femenino" onde vi um trabalho tambem excelente sobre as mulheres Portuguesas por nascimento e adopção.
    Tenho pena de só recentemente ter conhecido o seu blogue, o que me obriga a ir repescando coisas mais antigas. O tempo não é muito, mas dá-se um jeito.
    Tenho que agradecer ao Osvaldo, pois foi através do "A Carta a Garcia" que conheci as "Crónicas do Rochedo".
    Abraço

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  3. Fico muito, mas muito feliz pela conquista delas!

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  4. Caro Rochedo,

    A Teresa e a Helena fizeram aquilo que consideraram melhor para elas. Ok, tudo bem! Mas que mereçam figurar na rubrica que refere...?! Abstenho-me de continuar.
    Abraço.

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  5. O meu direito a ser feliz passa, ao invés, por me darem o divórcio. Não peço mais.

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  6. Para mim significa isso mesmo...
    o direito a serem felizes.

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  7. Inteiramente de acordo.
    Emocionou-me ver a reportagem na televisão.
    Que sejam sempre felizes.
    Um abraço

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  8. Teresa: Claro que não, mas se era o desejo delas, ainda bem que a Lei permitiu que o concretizassem.

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  9. Folha seca: Eu é que agradeço as suas simáticas palavras e a sua presença neste Rochedo.

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  10. Teresa Santos: E porque não? Quando as sufragistas- como Adelaide Cabete- lutaram pela igualdade de direitos das mulheres, havia também muita gente que,na época, não considerasse que elas poderiam vir a ficar na História

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  11. Concordo que não será certamente o papel passado que lhes trará mais felicidade, mas se tinham gosto nisso, numa luta pela igualdade de direitos que merecem, só podemos aplaudir a sua perseverança... :)

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  12. Dá vontade de gritar :
    - Toda pessoa tem o direito de ser feliz da forma que bem entender!

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