Teresa e Helena mereciam figurar nesta rubrica. Pela sua perseverança, pela sua luta contra os preconceitos do Portugal homofóbico onde tiveram a desdita de nascer. Hoje, concretizaram o seu desejo. Provavelmente continuarão a ser ostracizadas, mas a sua coragem ficará gravada nas páginas da História de Portugal. Certamente sem o mesmo relevo que será dado ao PR que pretendia negar-lhes o direito de se casarem, mas como um exemplo de luta e dignidade que Cavaco nunca demonstrou ser capaz de igualar. Que sejam felizes para sempre.
E vivam as noivas.
ResponderEliminarCasar é o sinónimo de ser feliz???
ResponderEliminarDesejo-lhes o mesmo, infelizmente, como bem referes ainda vão ter que aguentar muita tacanhice.
ResponderEliminarCarlos
ResponderEliminarOs meus parabens por mais este excelente e marcante post. Por aqui fui ao "Portugal no femenino" onde vi um trabalho tambem excelente sobre as mulheres Portuguesas por nascimento e adopção.
Tenho pena de só recentemente ter conhecido o seu blogue, o que me obriga a ir repescando coisas mais antigas. O tempo não é muito, mas dá-se um jeito.
Tenho que agradecer ao Osvaldo, pois foi através do "A Carta a Garcia" que conheci as "Crónicas do Rochedo".
Abraço
Fico muito, mas muito feliz pela conquista delas!
ResponderEliminarCaro Rochedo,
ResponderEliminarA Teresa e a Helena fizeram aquilo que consideraram melhor para elas. Ok, tudo bem! Mas que mereçam figurar na rubrica que refere...?! Abstenho-me de continuar.
Abraço.
O meu direito a ser feliz passa, ao invés, por me darem o divórcio. Não peço mais.
ResponderEliminarsem duvida.
ResponderEliminarPara mim significa isso mesmo...
ResponderEliminaro direito a serem felizes.
Inteiramente de acordo.
ResponderEliminarEmocionou-me ver a reportagem na televisão.
Que sejam sempre felizes.
Um abraço
Teresa: Claro que não, mas se era o desejo delas, ainda bem que a Lei permitiu que o concretizassem.
ResponderEliminarFolha seca: Eu é que agradeço as suas simáticas palavras e a sua presença neste Rochedo.
ResponderEliminarTeresa Santos: E porque não? Quando as sufragistas- como Adelaide Cabete- lutaram pela igualdade de direitos das mulheres, havia também muita gente que,na época, não considerasse que elas poderiam vir a ficar na História
ResponderEliminarConcordo que não será certamente o papel passado que lhes trará mais felicidade, mas se tinham gosto nisso, numa luta pela igualdade de direitos que merecem, só podemos aplaudir a sua perseverança... :)
ResponderEliminarDá vontade de gritar :
ResponderEliminar- Toda pessoa tem o direito de ser feliz da forma que bem entender!