
“ O dia em que batermos na parede não está muito longe. Talvez por semanas. E bater na parede significa , por exemplo, a intervenção do FMI. Lamento mas o país tem de saber a verdade”
Estas palavras não foram proferidas por um político… são da autoria do presidente de um banco que, depois de ter ajudado a saquear o país, vem dar conselhos, como se não tivesse nada a ver com o assunto.
Fernando Ulrich fez-me lembrar um bandido que depois de assaltar a casa, avisa os donos :“Deixei a porta do frigorífico aberta. Cuidado, não se magoem!”
O problema é a impunidade que esses senhores têm, fazem o mal e comportam-se como se tivessem grande credibilidade.
ResponderEliminarBeijo
O mal de nunca se responsabilizar ninguém e agora, até parece que fomos governados por extra-terrestres
ResponderEliminarPois é como a pança de banqueiro já não lhe cabe na pele, vá de regurgitar umas "verdades" indigestas.
ResponderEliminarCarlos, a caricatura é ajustada. É isso... Contudo, existe uma mudança relevante no discurso da banca. Ainda não é claro, para mim, o significado disso. A banca, enquanto poder financeiro, assume-se claramente como condutor das politicas económicas? Se é isso, então a coisa está a aquecer...
ResponderEliminarAcho bem.
ResponderEliminarSempre gostei de bandidos educados.
Bandidos mal educados é que é uma coisa que eu não suporto.
Isto deve ser outra coisa que veio com o acordo ortográfico, a IMPUNIDADE começa a ter o mm significado aqui, que tem no Brasil.
ResponderEliminarGT,
ResponderEliminarEssa boca é para mim?
Carlos,
ResponderEliminarEle fez o papel dele (saque acho um bocado exagerado!). Alguém do outro lado não pode dizer o mesmo...
O porquê disso é que se devia investigar!