
Um corretor de Wall Street trocou um “b” por um “m” e provocou o pânico nas bolsas norte-americanas, que registaram fortes perdas. A entidade reguladora dos mercados americanos está a investigar se o engano foi acidental ou intencional.
Ao ler esta notícia, lembrei-me do que aconteceu em Dezembro com a minha mãe, que recebeu uma conta da EDP de 1700 euros, o que lhe ia provocando um ataque cardíaco.Estou ainda sem saber se a justificação da EDP, de se ter tratado de um erro acidental, é verosímil, pois a semana passada fui vítima de um erro similar e ainda não me foi apresentada qualquer justificação plausível.
Uma vez ao meu pai, telefonaram-lhe do Hospital da Cruz Vermelha, dizendo que tinha de lá ir urgentemente por causa de uns exames que ele fez ao coração.
ResponderEliminarResumindo: estava às portas da morte, só que os exames não eram os que ele tinha feito.
Nunca se soube o que se passou com o verdadeiro dono dos exames; se foi avisado a tempo.
è impossível este estado de coisas continuar assim: qualquer ainda se envolve tudo em guerra porque alguém se enganou!
ResponderEliminarHaja pachorra!
Boa noite.
Neste momento não há tantas trocas de "b" por "v", porque o pessoal anda calado... ;)
ResponderEliminarErros assim não deviam suceder!
ResponderEliminarMas é engraçado que, por cá, os enganos são sempre a favor deles e nós ficamos com o trabalhão das chatices e dos possíveis ataques de coração ;)
ResponderEliminarTambém há os que trocam os "b"'s pelos "v"'s (e bice-bersa)e não se considere erro nem motivo psra pânico.
ResponderEliminarCaríssimo Carlos Barbosa Oliveira,
ResponderEliminarCada vez mais estes expedientes manhosos se estão a generalizar neste mundo materialista.
É, pois, necessário que cada vez mais haja uma educação do consumidor mais apurada, porque se dentro dos meios urbanos as fraudes são mais sofisticadas nos meios rurais os incautos idosos são alvos fáceis e mais difíceis de acautelar. Urge, pois, implementar uma cidadania participativa e uma mentalidade renovada de civismo e de uma ética pública que carece de uma alavancagem internacional dada a situação desregulada da Globalização e da teologia do mercado em que vivemos imersos.
Saudações cordiais, Nuno Sotto Mayor Ferrão
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