
Ontem, ao renunciar ao pagamento do subsídio a que tinha direito, a deputada do PS deu uma bofetada de luva branca naqueles que protagonizaram uma campanha infame contra ela. Reagiu com a dignidade que falta a muitos que a criticaram, mas não prescindem de viagens em primeira classe nas suas deslocações, fazendo tábua rasa de uma Resolução que determina que os deputados e gestores de empresas públicas devem optar pela classe económica.
Inês Medeiros vai a Paris ao fim de semana para ver os filhos, não vai em turismo!
Só lhe fica bem este gesto!
ResponderEliminarUm ponto a seu favor.
Abraço
Olá Carlos :)
ResponderEliminar... por acaso, desta vez, não concordo com a sua opinião... e escrevi pela primeira vez sobre a questão, hoje mesmo...
Abraço.
Acho que ela fez muito bem em renunciar ao pagamento.
ResponderEliminarBoa tarde.
Caro Carlos Barbosa
ResponderEliminarAinda não eram 8 da matina, dei uma volta pelas notícias e não resisti a linkar esta lá no largo.
Dei-lhe o titulo: "finalmente alguem começa a dar bons exemplos" e o subtitulo: eu sei que são só uns trocos, mas já é um começo"
Parece-me que é uma atitude muito digna e infelizmente muito pouco vista nestes ultimos tempos.
Concordo em absoluto com o que escreveu.
Como já disse ontem no meu comentário: estou muito longe de Portugal para saber o que se passa aí.
ResponderEliminarO que é que o Carlos diria, se eu agora quisesse ser deputada do Governo daí, tendo a minha vida e a minha família em Düsseldorf? Absurdo!!!
Porque é que a Medeiros aceitou ser deputada, se tem a sua vida e família em Paris?
Como é que ela pode compreender os problemas do nosso povo, se passou a infância na Áustria e agora está radicada em Paris?
Perguntas e mais perguntas...
É o que se chama dignidade-quase-forçada...
ResponderEliminarPor lei (E os deputados têm que a cumprir) o direito de voto é exercido na freguesia de residência. Inês Medeiros votou em Lisboa, Freguesia de Santa Isabel (a 1500 m do Parlamento), por isso e para efeitos oficiais é residente em Lisboa, a menos de 2 km do seu actual local de Trabalho!
ResponderEliminarTodo o resto é paleio de Aljube.
Pena é que quem está a entrar na política venha com vícios piores do que os que já lá estão.
Só para terminar:
Durante vários anos fui passageiro frequente dos vôos Lisboa-Porto. Todas as Sextas-Feiras e Segundas, viajava no mesmo avião que Rui Rio e Eurico Figueiredo (De saudosa memória). Estes dois deputados sempre viajaram em classe turística e sempre esperaram na fila pelo Check-in.
Não percebo porque Inês Medeiros ia na Classe executiva a 1200 euros a viagem, quando na Aigle azur, a mesma viagem, em avião exactamente igual, durando o mesmo tempo, custa apenas 180 euros (quando comprado com antecedência).
Não é uma questão de lei! É apenas uma questão de má formação pessoal da deputada e de uma terrível falta de ética e respeito pelos dinheiros públicos (critica extensível a todos os deputados que viajam em classe executiva em deslocações de curta duração).
Carlos,
ResponderEliminarFui ver o que a Ana Paula Fitas pensa disto...
Já volto!
TMN
Carlos,
ResponderEliminarA Ana diz um mote de coisas que resume assim "mais vale tarde que nunca"!
Eu acho que a "Rés Pública" anda bem desviada das suas questões fundamentais...
Fez o que achou que devia. Mas se a lei lhe permite usufruir dessa "vantagem" podia ter continuado a usá-la, eu não lhe atirava nenhuma pedra.
ResponderEliminarO que eu nunca faria era aceitar um cargo que me mantivesse afastada bastante tempo da família (fiz isso e nunca me arrependi)
Abracinho
Fez bem! Mas, tal como a Ematejoca já referiu, acho um bocado absurdo aceitar um cargo de deputada em Lisboa, quando vive em Paris...
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