(1920-1999)
Sobre Amália Rodrigues não há nada a acrescentar a tudo quanto já foi dito. No entanto, queria nesta homenagem às mulheres portuguesas, que se aproxima do fim, incluir outros nomes de fadistas que mereceriam destaque nesta rubrica. Fadistas que aprecio ( devo confessar que embora reconheça a Amália o estatuto de "diva" não é uma figura que considere particularmente simpática) e com as quais aprendi a amar o Fado: Hermínia Silva, Ada de Castro, Argentina Santos, Lucília do Carmo, Maria da Fé, Teresa Noronha, Teresa Silva Carvalho ou, mais recentemente, Marisa, Mafalda Arnauth, Katia Guerreiro, Cristina Branco, Ana Moura e aquela que para mim é, hoje em dia, a melhor fadista portuguesa ( vão lá ver..)

A Hermínia valia pelo seu bom humor e pelo "Anda Pacheco" ;-)
ResponderEliminarCuriosamente também não tenho por Amália essa admiração toda. Sem lhe retirar o valor e o mérito alcançado, particularmente gosto muito mais de ouvir os seus fados através de outras vozes. Mas reconheço que Amália será sempre Amália, quer se goste ou não.
ResponderEliminarBeijinhos :)
Porque é que se aproxima do fim?
ResponderEliminarSimpática ou não simpática, a Amália Rodrigues foi a maior fadista de todos os tempos.
ResponderEliminarUma voz como a dela só aparece uma vez num século.
Não aprecio muito o fado, mas tenho vários discos e cds com a voz maravilhosa da grande Amália. Tenho também o costume, quando sou convidada, de levar um cd dela em vez de flores como aqui é costume.
Da Teresa de Noronha também gosto -é o fado fino, o fado de salão - também pertence ou pertenceu (não sei, se já morreu) à família por afinidade.
Por falar em "simpático" o Carlos lembra-me amigas minhas, que me perguntaram, se o meu novo médico era simpático. Que interessa que seja simpático? O que interessa é que seja bom médico. Por acaso até é simpático e bonitinho, vamos lá ver se é bom médico em caso de doença séria.
Tem lugar aqui claro!
ResponderEliminarMas eu sempre gostei muito da Hermínia, do seu fado tão plebeu, tão castiço.
Abracinho
Carlos, Amália será sempre Amália. A irmã, Celeste Rodrigues, é também uma excelente fadista, e, aos 80 e tal anos, continua a actuar (assisti há uns meses a um concerto seu, aqui, no Porto).
ResponderEliminarConcordo que Carminho é, actualmente, a melhor fadista no activo (ouvi-a interpretar "Alfama" a cappella, e foi arrepiante), mas acrescentaria às que refere Aldina Duarte, uma magnífica intérprete do fado tradicional, e Mísia, que levou o fado por outros caminhos.