Há por aí muita gente indignada ( e com razão...) com os 200 mil euros que a Câmara Municipal de Lisboa vai gastar no altar para a celebração da missa pelo Papa. Se somarmos a isso os gastos com a missa no Porto e despesas com a comitiva ( alojamento, alimentação, transportes, etc) os custos atingirão valores quase obscenos para um país mergulhado numa profunda crise.
Mas o que mais me impressionou, pelos custos que implica, foi a notícia sobre estas negociações. Como reagirão aqueles que, pertencendo à franja mais conservadora do país, não se cansam de vociferar contra as "pontes" e outras tolerâncias de ponto?
Pertenço, caro Carlos Barbosa de Oliveira, àquilo que V. designa por "franjas mais conservadoras do país" - pelo menos, vocifero contra pontes e tolerâncias de ponto.
ResponderEliminarE acho que o Governo (ooops, desculpe a maiúscula. Foi sem querer) não devia aceder a este pedido da Igreja.
Nem sequer é garantido que resulte, que havendo tolerância de ponto muita gente não vai trabalhar, mas se o tempo estiver bom acaba por ir para a praia ou passear... :)
ResponderEliminarCarlos, também somos vítimas destes mercenários da fé.O poder, aqui, é regido pela fé cega que nos castra com sua hipócrita faca amolada.Mal, herdado de Portugal há 500 anos.Se vocês ainda não se livraram deles...
ResponderEliminarSou das que me sinto totalmente indignada!!
ResponderEliminarDepois admiram-se com os protestos da função pública. Os exemplos inspiradores têm de vir de cima, já se sabia desde a Antiguidade.
ResponderEliminarTambém me senti picada....
ResponderEliminarque escândalo....
Vai ver que no fim ainda vão andar com um cestinho ou bolsa a pedir o dízimo...
Ou estarão a contar com as divisas que poderão entrar com os possiveis turistas que aí vêm???
É um país muito criativo...
Bom fim de semana Carlos Barbosa
Luís Serpa: Eu não sou contra as pontes, desde que sejam descontadas nas férias,como acontece em muitas empresas privadas. Quanto às tolerâncias de ponto na véspera de Natal e no Carnaval, francamente a favor.
ResponderEliminarQuanto ao governo com maiúscula, está desculpado, eu às vezes também cometo ese lapso.
Obrigado pela visita
Teté: Ora bem!Já agora, porque razão é que os crentes a trabalhar na privada terão de meter férias se quiserem ir à missa e os funcionários públicos não?
ResponderEliminarComeço a preferir viver na ignorância da muita "actividade" que há no nosso país. Quando penso nas esperanças que tive quando "aconteceu Abril"... sinto-me "derrotada" e detesto sentir-me assim. Que Portugal encontrarão os meus netos quando forem adultos?
ResponderEliminarAbracinho
Não há escorpião que aguente. Quando li a notícia fiquei a deitar fogo.
ResponderEliminarSanta hipocrisia...
Sou muito critica com os gastos da ou para IGREJA, mas, se bem me lembro quando cá veio o outro Papa houve uma avalanche de estrangeiros...pode ser que ainda se ganhe alguma coisa com a Santa visita...
ResponderEliminarCom papas e bolos.......
ResponderEliminarConcordo com tudo o que escreveu, só que não acho que esta seja a notícia da semana. Saio do paradigma. A minha notícia é o PEC!
ResponderEliminar(que ainda estou a digerir)
Já levantei esta questão num com entário lá na sua outra casa. Claro que acho que o Papa deve ser recebido com dignidade, o que não tem nada a ver com gastos sumptuosos e deve estar de acordo com o "sinal" destes tempos de crise. E é por isto que acho mal, de todos os pontos de vista, que se levante sequer a hipótese de ser dada tolerância de ponto. Se estão preocupados com a falta de público, marquem as cerimónias para horas em que as pessoas não estão a trabalhar!
ResponderEliminar:))
Ai, Santo Deus, e eu que tenho um fraquinho pelo nosso Joseph!!!
ResponderEliminarO Governo gasta tanto dinheiro mal gasto, que nem se vai dar conta com as despesas da visita do meu querido Papa - e como a Papoila, diz, e muito bem, esta visita vai atrair muitos estrageiros/turistas a Portugal.
Salut!