Afinal, sem surpresa, a história de Mário Crespo tem um lado C. Como seria de esperar, Nuno Santos veio dizer que a conversa relatada por Mário Crespo não foi bem como ele descreve. Entretanto, Mário Crespo que ainda há um ano elogiava o PS e sonhava voar para Washington à boleia do PS ( carregar na imagem para ler a crónica de ECT) é a nova estrela do CDS.
No dia 11, centenas de paparazzi do voyeurismo e da intriga encherão o Grémio Literário para aclamar, em delírio, a última vítima da fúria censória de Sócrates, emulado em forma de livro.
Assim se constroem as lendas.
Nota: Como farão justiça de reconhecer aqueles que me seguem há mais tempo, já aqui tenho tecido várias críticas a Sócrates. Agora, não sou ingénuo. Por favor, não me queiram fazer passar por parvo!
Nota: Como farão justiça de reconhecer aqueles que me seguem há mais tempo, já aqui tenho tecido várias críticas a Sócrates. Agora, não sou ingénuo. Por favor, não me queiram fazer passar por parvo!
Se não foi "bem assim"... então... como foi?! O Nuno Santos explicou?
ResponderEliminarComo é que é possível que alguém coloque numa crónica um diz-que-ouviu-dizer e chamar isso um facto!! Pessoalmente, gosto de ver o noticiário das 21 na sic mas confesso que, por vezes, as apreciações do M.C. denotam alguma ignorância e/ou ingenuidade. Surpreendeu-me, pela negativa, este episódio do M.C. Não esperava que um profissional desta craveira fosse cair, que nem um patinho bebé, nesta situação até porque o próprio Nuno Santos (uma das pessoas que estava no dito almoço) veio desmentir o contexto em que o M.C. coloca toda a conversa. É fácil imaginar alguém que ao ir apanhando umas palavras soltas construa um enredo, do tipo conspiração, e que após isso jure a pés juntos que tudo é verdade. Até pode ser, mas não como a pessoa imagina ou quer fazer crer. Em tempos, saiu na revista Única (no Público ao domingo) uma reportagem sobre o Miratejo com honras de capa e tudo. Acontece que todo o conteúdo foi totalmente desvirtuado da realidade. À medida que o jornalista, infiltrado, ia ouvindo certas palavras, como droga, armas, policia, logo construiu uma história imaginária, em que nada correspondia à verdade. Este é um exemplo de como certos jornalistas fazem o seu trabalho. Pensava eu que os mais experientes não o faziam. Estava enganado.
ResponderEliminar«Esta história nasceu porque alguém diz que alguém lhe disse que acha que ouviu dizer alguma coisa na mesa ao lado do restaurante. Já não estamos a falar nem de opinião nem de jornalismo, estamos a falar de mexericos e um Governo não se ocupa de mexericos.» diz o Jornal Digital que disse o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira.
ResponderEliminaristo parece uma história de diz que disse que disse...
vai vendendo jornais e aumentando audiências e distraindo atenções, digo eu.
Mas isso estava bom de ver.
ResponderEliminarAmanhã ou depois ainda vão aparecer mais letras do abecedário nesta história.
Mário Crespo quis tempo de antena. Conseguiu-o.
Aproveito para lhe fazer uma pergunta.
Qual é o limite ou a barreira até onde pode ir o acto de informar, pesquisar e opinar de um jornalista?
Se bem me recordo, Manuela Moura Guedes começou a cair no ridículo, pelo menos para mim que deixei de lhe dar crédito, quando entre o acto de informar, começou a tomar partido, a condicionar e a manipular a opinião dos seus entrevistados.
Mário Crespo chegou ao mesmo nível?
Já agora, Medina Carreira é realmente um problema e mal resolvido.
Hoje é o santo milagreiro dos males do país, mas foi um dos que já contribuiu para a desgraça em que estamos metidos. Chegue-se à frente e faça melhor. Não digam mal. Digam CONCRETAMENTE o que pode e deve fazer-se.
A sociedade actual começou a permitir que os próprios jornalistas sejam notícia, o que como princípio ético da profissão é à partida condenável...
ResponderEliminarO facto de se gostar ou não de alguém que tem responsabilidades, e neste caso conferidas pelo povo, estou a falar do nosso primeiro ministro, porque ele está a representar o nosso governo, quer muitos queiram quer não, devia conduzir ainda a um maior cuidado nas fidedignidade das notícias. Mas não...o desrespeito e a necessidade que muitos têm de se evidenciar, fá-los mandar para as "urtigas" a ponderação, a boa fé, a honestidade... Começo a acreditar, infelizmente, num velho ditado: " ignorância é (muito)atrevida (e muito perigosa)!
Abracinho
Fernando, o Nuno Santos não tem de explicar seja o que for. O cobarde do Crespo não teve a coragem de o mencionar (afinal, trabalham para o mesmo patrão) mas lixou-se. Pensava, e tal, que dizia um "executivo de televisão" e que haviamos de ficar a conjecturar "mais um vendido ao Governo". Por isto - e porque tudo isto não passa de uma jogada de promoção de um livro (que, lembro, vai sair em menos de uma semana - o que é obra - tendo em conta os tempos de produção, mas enfim...), o Nuno Santos só tem de dizer - como disse: "não, a conversa não foi nada disso" (depreendendo-se "escusam de me envolver na jogada que comigo não contam para merdas destas").
ResponderEliminarSe quer acreditar, Fernando, acredite. Não me parece que seja um post que o vai fazer mudar de opinião. Porque, neste momento, já é tudo uma questão de perspectiva. Quem gosta (ou tolera) o sócrates, acha que tudo isto é mais uma intrujice na onda do que já tem sido feito. Quem não gosta (ou despreza - reconhecendo que o homen é incapaz de gerar sentimentos moderados), acha que, sim senhor, o Mario Crespo é que é bom, e tal, e que o Socrates é uma sacana tão estupido que, apesar de sempre tão bem preparado para falar em publico, vai meter a pata na poça e arrotar umas alarvidades à papo-seco num restaurante.
Eu acho que nunca chegamos a saber como realmente tudo se passou, mas não é assim com tudo o que acontece neste país.
ResponderEliminarSinceramente já não acredito em nada nem em ninguém!
E é este desacreditar que é triste, muito triste!
Cuscovilhice, é o que resume tudo isto.
ResponderEliminarO Sócrates disse, o Nuno Santos, que jantava com a Bárbara ouviu e foi dizer ao Mário.
O Mário quis e escreveu sobre o assunto, o director do JN não autorizou e o Nuno agora diz que não é bem assim. Entretanto um membro do governo diz que se falou no assunto.
Ufa, o país está assim tão saudável que não haja mais de que
falar?
Bem, Carlos, ao ler o lado C de Mário Crespo ... (maledetta curiosità!), cada vez fico mais satisfeita por ter decidido não escrever textos sobre política. Não suporto a confusão. E aqui há fumo ...
ResponderEliminarE não é que eu ia caindo no engodo quando ouvi a notícia pela 1ª vez?
ResponderEliminarDepois desconfiei... agora confirmei, havia um lado C que desconhecia. O lançamento de um livro e vem sempre a calhar uma boa propaganda para chamar a atenção para o evento.
Bem... será que resulta?
Comigo estava tramado que não comprava livro nenhum a um profissional da imprensa que deveria sê-lo com P maiúsculo como eu pensava que era. Agora é que ele borrou a pintura toda.
Quando os jornalistas viram notícia em vez de a escreverem... mal vão as coisas.
Tenho mantido silêncio sobre este assunto, tão incomodado fiquei. Hoje, porém, acabei por editar um post.
ResponderEliminarConheço Mário Crespo há muitos anos. Convivemos, trabalhámos juntos, percorremos, ambos, alguns trilhos difíceis da profissão. Não imaginei, nunca, que ele viesse a sujar o jornalismo (já tão adoentado) desta maneira.
Um abraço
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Felicito-o pela nobreza com que falou de José Leite Pereira
Os Lobbies políticos, têm inúmeras faces, em geral ocultas com a precisão de um relógio suíço, até ao momento matematicamente exacto em que podem ser usados contra alguém… Aguardo um lado D…
ResponderEliminarE fica tudo em águas de bacalhau.
ResponderEliminarAgora que estou mais bem informado sobre os aperitivos e a sobremesa, afinal este repasto tem sabores mais apurados dos que eu suponha à partida. Assim damos conta que alguns cozinhados cheiram tão mal porque em vez de serem confeccionados em cozinha gourmet são preparados por debaixo da mesa dos restaurantes.
ResponderEliminarMas se há tantos e muito mais sérios problemas não resolvidos porque tem o povinho de ficar com os restos?
Alguém me disse que o Crespo mandou a croniqueta para o JN e depois de a não ver publicada, a mandou para o PSD que, para disfarçar, e depois duma conversa entre o Lima de Belém e o Graça Moura mais o Pacheco Pereira, decidiu colocar a croniqueta no site do Instituto Sá Carneiro (pobre homem ao que chegou o teu PPD). Também me disseram que o Medina Carreira, que foi um ministro das Finanças mas já não se lembra, vai escrever o prólogo e o epílogo do livro do Crespo. Ah, isto foi o que me disseram e aqui estou eu e o Crespo em pé de igualdade.
ResponderEliminarDizem por aí que o Crespo um dia chamou palhaço ao Sócrates mas que era um elogio! Deve ser ...
Maria Letras escreveu o que poderia ser dito por mim .Mas que desilusão :( .
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