
Numa semana em que tinha grande concorrência,Paulo Rangel aniquilou os principais adversários na última sexta-feira e assegurou um lugar nesta caderneta. Depois de todas as contradições que marcaram a sua candidatura, revelou em entrevista a Maria Flor Pedroso que tinha vivido intensamente o 25 de Abril. Atendendo a que tinha 6 anos em 1974, o candidato a líder do PSD e a putativo Primeiro- Ministro de Portugal revelou-se um menino prodígio. Na senda da sua guia espiritual, MFL, promete ser mais um a cavalgar o refrão da “Política de Verdade”.
Se aqui se pode ser sincero, permito-me dar o seguinte grito: QUEIRA DEUS QUE NÃO!!!! POUPEM-NOS POR FAVOR...
ResponderEliminarAos 6 anos de idade vive-se intensamente os momentos passados no recreio da escola. Talvez o menino seja mesmo precoce e tenha confundido o 25A com qualquer coboiada parecida... ;)
ResponderEliminarRangel começou já a nos "deliciar" com a sua prodigiosa imaginação.
ResponderEliminarEle também não cresceu muito...lol
Estamos feitos!
Um abraço
Sabe uma coisa, Carlos? Somos todos cromos ... uns mais crómicos e outros mais crágicos.
ResponderEliminarÉ natural. Houve casas onde as Companhias das Índias atravessaram a fronteia em cestos de pic-nic. Uma emoção forte para qualquer criança :)
ResponderEliminarEstou abismada: mas não há um - uninho só ! - que escape?!
ResponderEliminarBoa semana.
Estou cansado!
ResponderEliminarA viagem com gente desta a bordo está a ser demasiado penosa.
Um abraço
Será que "eles" sabem o que dizem????
ResponderEliminarAchei graça ao "pequenote" dizer que neste momento o lugar de 1º ministro não era particularmente apetitoso.
ResponderEliminarNão imaginava tal coisa a avaliar pela trama que lhe tem sido urdida para o desacreditar e levar ao seu pedido de demissão. Será que não ando a fazer uma boa leitura da questão?
Que grande confusão que vai na minha cabeça!!!!!
Carlos,
ResponderEliminarTinha 5 a fazer 6 anos quando se deu o 25 de Abril e garanto-lhe que o vivi intensamente - tinha partido (LCI), fazia propaganda, ia a comícios, ia buscar propaganda à sede, em minha casa havia um quarto onde eu e as minhas irmãs (mais velhas) colocavamos os jornais e os folhetos que iamos buscar às sedes (cada uma do seu partido), e onde tinhamos pintadas diversas frazes de ordem do estilo "paz, pão, terra, democracia popular", uma foice e um martelo, via atentamente os debates que davam na tv, e as campanhas e muita mais coisa... para quem não acredite, basta perguntar à minha prof. da primária, aos meus familiares, aos jornaleiros da quinta onde vivia, etc, etc, etc. Ele pode ir para acaderneta de cromos por variadíssimas razões (que as há), mas por essa... pode ser ou não...
Um miúdo cheio de força.
ResponderEliminarTeresa: mas não me diga que o fazia com consciência política...
ResponderEliminarO que eu já me ri com este post, Carlos... deve ter sido para não chorar...
ResponderEliminarSe há político que eu embirro é este. Acho-o de um xico-espertismo absolutamente nojento. Afirmou que não sabia que Passos Coelho se iria candidatar, senão não apresentaria a candidatura. Caramba, até eu sabia!Depois tem afirmações parvas, que o lugar de 1ministro não é apetitoso,que sacrificaria a vida da cadela pela de vida qualquer ser humano, em qualquer parte do mundo, é a favor do trabalho infantil (12, 13, 14 anos...)enfim, é o verdadeiro populista. E, menino prodígio, claro...viver intensamente o 25 de Abril aos 5 anos! trabalhei durante anos com crianças entre os 6 e os 10 anos, nunca vi nada igual.
ResponderEliminarenfim, já chega de Rangel!
cumprimentos
Zoe
Deixe lá, o rapaz viveu intensamente o 25 de Abril com 6 anos, em contrapartida já nem se lembra se foi militante do CDS/PP dos 28 aos 31 anos. É um prodígio...
ResponderEliminarÉ um GÉNIO e é disso que precisamos (vade retro Satanás!!!).
ResponderEliminarO meu filho que na altura também tinha 6 anos, viveu intensamente o 25 de Abril, não teve escola e brincou todo o dia, fez o que quis, os adultos pouco lhe ligaram, estavam muito mais atentos às notícias. Um dia para ele não esquecer....:):):)
Abracinho
Carlos, sei lá se tinha consciência política... talvez tivesse mais que muitos adultos hoje têm (ou tinham naquele tempo). Os meus pais eram ppd e eu não os queria desgostar por ser de um partido diferente e cheguei a ir a um comício, com eles, do ppd cá em famalicão - estive no palanque ao pé do Sá Carneiro e tudo, mas mesmo assim não me convenci... dizia-lhes: "eu queria muito ser do ppd, mas eu não posso!!!" - a minha "consciência" levou-me sempre para os partidos da esquerda, desg. a lci. Eu sabia tudo que se passava no seio do "meu partido". Na escola "explicava" política aos meus colegas e "discutia" com eles sobre política, todos os desenhos que fazia, incluia política e a sigla do "meu partido" (de tal forma que a minha prof. proibiu que se falasse de partidos na escola, e por isso eu passei a fazer desenhos e a incluir a sigla ci - comunista independente, e assim já não falava de "partidos"). Talvez por ter uma família muito grande, onde se falava muito de política (tanto antes do 25 e Abrtil, como depois) e de ter a sorte de haver de tudo na minha família.
ResponderEliminarJá encotrei gente (em adulta), que tinha tantas memórias e tinha vivido como eu... Foram tempos diferentes, muito diferetes.
Hoje, fala-se de política em minha casa e os meus filhos conhecem todos os partidos e todos os líderes, e sabem mais ou menos o que cada um "pretende" para o país... certamente sabem mais do que algumas pessoas que podem votar...