Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

Brites e o Dia dos Namorados

Tinha pensado ir passar o Dia dos Namorados a Inglaterra, mas estava a ler uns posts atrasados aqui no Rochedo e ao ler isto, desisti.
Acabei por ficar por cá e fui almoçar fora com o Sebastião. Não é que sejamos namorados ( onde é que se viu uma cotovia namorar com um mocho? Eu sei que o mundo mudou muito, mas não tanto que me permita essas poucas vergonhas)mas lá fomos como dois bons amigos depenicar umas coisitas aí pelas janelas de Cascais, para assinalar o Dia dos Namorados.
Não deu para conversar muito, porque tivemos um bocado de azar com o restaurante que escolhemos. Estava lá um juiz mascarado de jornalista, a conversar com um jornalista mascarado de juiz e, nestas circunstâncias, comemos em silêncio para evitar sermos apanhados a conversar sobre alguma coisa que despertasse a curiosidade de ambos.O Sebastião diz que sou parva e estou sempre a ver calhandrices em toda a parte. Diz que são as más influências do jet set. Eu deixo-o falar, coitado, porque ele ainda não percebeu que a informação em Portugal só nos traz calhandrices a toda a hora.
Amanhã espero que esteja menos frio porque, se continuar assim , ninguém me tira do quentinho do Rochedo. É pena, porque amanhã é o Dia dos Encalhados e eu queria comemorar. Ninguém me apresenta um cotovio jeitoso? A PresidentA bem podia dar uma ajuda… em vez de pôr lá aqueles vírus às sextas –feiras , podia começar a divulgar fotografias de cotovios. Talvez eu arranjasse um jeitoso, quem sabe?

10 comentários:

  1. Ponho um beijo
    demorado
    no topo do teu joelho

    Desço-te a perna
    arrastando
    a saliva pelo meio

    Onde a língua
    segue o trilho
    até onde vai o beijo

    Não há nada
    que disfarce
    de ti aquilo que vejo

    Em torno um mar
    tão revolto
    no cume o cimo do tempo

    E os lençóis desalinhados
    como se fosse
    de vento

    Volto então ao teu
    joelho
    entreabrindo-te as pernas

    Deixando a boca
    faminta
    seguir o desejo nelas.

    Conheces este poema da Maria Teresa Horta, minha cara Brites?
    Eu gosto mais do poema do que dos beijos em si!!!

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  2. e não havia jornalistas mascarados de politicos e vice versa?
    abraço e boa semana

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  3. Brites querida...como anda o Sebastião? Acha que ainda um bocadinho chateado comigo? Eu estava um tanto distraída e achei mesmo que você estivesse engajada em campanhas pela natureza.Mas vejo que está voltando à sua forma antiga com este post!!! Menos jet set e mais alfinetadas...e quanto ao cotovio, não conheço nem um, mas vou prestar mais atenção :o)
    Bjos

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  4. Ó Brites, deixe-se de jet set. Imagine o susto se encontrasse esta
    http://www.impala.pt/site/vip/mod_artigos_obj_moda.aspx?sid=b9c1dd4e-dd1b-4fa2-8d5b-00377fdbb9b7&cntx=%2FqOorvqlntaUpmwLtzoeeKpOgO9lkMzrW6uF%2BO7MK2fncdEMb5S0Sq3zrA9pMC1i

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  5. Carlos,
    A Brites que acredite no Sebastião e então nesta época onde se se pode mascarar do que quizermos sem ofender ninguem.
    Beijo

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  6. Ematejoca: A Brites não é muito dada às leituras, mas eu por acaso conhecia.Obrigado pela lembrança.

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  7. Turmalina: O Sebastião nunca se chateia, é um bonacheirão. Se arranjar um cotovio para a Brites ela vai ficar-lhe eternamente grata.

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  8. Maloud: Pelo amor de Deus! Pões a Brites com pesadelos. Sabes o que ela costuma chamar a esse tipo de gente? "O grupo dos cinco e meio". Têm ânsias de ser jet set mas, por muito que se ponham em bicos de pés, não passam dos 5,5, coitados.

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  9. Bacouca: Imagine! Como eles se davam mal no princípio e agora até jantam juntos e pdem conselhos um ao outro.

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