Desde manhã que esta música dos Simon and Garfunkel não me sai da cabeça. Por arrasto, vem o filme a que está associada: "The Graduate". Esta fixação terá alguma coisa a ver com esta bela crónica de Ferreira Fernandes e a estória que lhe serve de pretexto?Adenda: Sobre este momentoso assunto, o Pedro Coimbra faz novas revelações( ao que parece Mrs Robinson é uma profissional na arte da traição) e a nova versão do celebrizad êxito. Vale a pena ir lá ver...
Já ouviram a música adaptada?
ResponderEliminarAqui http://devaneiosaoriente.blogspot.com/2010/01/mrs-robinson.html que vale a pena
Parece que por terras da Irlanda mais setentrional faz furor, meu amigo!
ResponderEliminar.. eu gostava de ver todas as facadas no matrimónio a serem notícia desta forma .. aí sim haveria globalização
ResponderEliminar(lol)
;) dia bom Carlos
O Ferreira Fernandes toca no ponto que, a mim, é o único que ressalta desta historieta toda: pregar uma coisa e fazer outra. Traz, de novo, à baila o direito de figuras públicas poderem ter vicíos privados. Podem e devem, que só lhes faz bem. Desde que não contrariem as virtudes públicas que apregoam.
ResponderEliminarO resto? Que resolva em casa.
É do temor masculino pelo feminino emancipado, que nos falam estas crónicas sobre a Iris Robinson.
ResponderEliminarSe o Peter Robinson tivesse um relacionamento amoroso com uma adolescente de 19 anos - e há tantos Robinsons por esse mundo fora - a ninguém interessava tal banalidade.
Que machismo confrangedor!!!
Pedro Coimba: Obrigado pela visita e pela dica. Volte mais vezes. Já fu aos seu blog e recomendo.
ResponderEliminarFerreira Pinto: Pois é meu amigo. Vá lá saber-se porquê...
ResponderEliminarCatarina: Só posso subscrever o seu comentário.
ResponderEliminarLúcia: Foi exactamente esse ponto que me fez chamar a atenção para a crónica do FF.
ResponderEliminarEmatejoca: tem carradas de razão. E nem precisa invocar o Peter Robinson. Basta olharmos para as figuras tristes do Berlusconni, em orgias com miúdas de 18 anos ( algumas, ao que consta, prostitutas). Se fosse um cidadão comum, provavelmente já estava dentro e se fosse mulher, faria as delícias da comunicação social.
ResponderEliminar