Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

Mrs Robinson

Desde manhã que esta música dos Simon and Garfunkel não me sai da cabeça. Por arrasto, vem o filme a que está associada: "The Graduate". Esta fixação terá alguma coisa a ver com esta bela crónica de Ferreira Fernandes e a estória que lhe serve de pretexto?
Adenda: Sobre este momentoso assunto, o Pedro Coimbra faz novas revelações( ao que parece Mrs Robinson é uma profissional na arte da traição) e a nova versão do celebrizad êxito. Vale a pena ir lá ver...

10 comentários:

  1. Já ouviram a música adaptada?
    Aqui http://devaneiosaoriente.blogspot.com/2010/01/mrs-robinson.html que vale a pena

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  2. Parece que por terras da Irlanda mais setentrional faz furor, meu amigo!

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  3. .. eu gostava de ver todas as facadas no matrimónio a serem notícia desta forma .. aí sim haveria globalização

    (lol)

    ;) dia bom Carlos

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  4. O Ferreira Fernandes toca no ponto que, a mim, é o único que ressalta desta historieta toda: pregar uma coisa e fazer outra. Traz, de novo, à baila o direito de figuras públicas poderem ter vicíos privados. Podem e devem, que só lhes faz bem. Desde que não contrariem as virtudes públicas que apregoam.
    O resto? Que resolva em casa.

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  5. É do temor masculino pelo feminino emancipado, que nos falam estas crónicas sobre a Iris Robinson.
    Se o Peter Robinson tivesse um relacionamento amoroso com uma adolescente de 19 anos - e há tantos Robinsons por esse mundo fora - a ninguém interessava tal banalidade.
    Que machismo confrangedor!!!

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  6. Pedro Coimba: Obrigado pela visita e pela dica. Volte mais vezes. Já fu aos seu blog e recomendo.

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  7. Ferreira Pinto: Pois é meu amigo. Vá lá saber-se porquê...

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  8. Catarina: Só posso subscrever o seu comentário.

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  9. Lúcia: Foi exactamente esse ponto que me fez chamar a atenção para a crónica do FF.

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  10. Ematejoca: tem carradas de razão. E nem precisa invocar o Peter Robinson. Basta olharmos para as figuras tristes do Berlusconni, em orgias com miúdas de 18 anos ( algumas, ao que consta, prostitutas). Se fosse um cidadão comum, provavelmente já estava dentro e se fosse mulher, faria as delícias da comunicação social.

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