quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Adivinha Natalícia

Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita.Namoraram e um dia casaram-se. Formavam um casal perfeito.Numa noite de Natal, ia o casal perfeito,por uma estrada deserta, quando viram alguém na berma pedindo ajuda. Como eram pessoas perfeitas, pararam para ajudar. Essa pessoa era nada mais nada menos do que o Pai Natal, cujo trenó havia avariado. Não querendo deixar milhões de crianças decepcionadas, o casal perfeito ofereceu-se para o ajudar a distribuir os presentes. O bom velhinho entrou no carro e lá foram eles. Infelizmente o carro envolveu-se num acidente e somente um dos três ocupantes sobreviveu.
PERGUNTAS:Quem foi o sobrevivente do trágico acidente?A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Pai Natal? E quem conduzia o automóvel que provocou o acidente?
(Confira a resposta mais abaixo.)
RESPOSTA:A mulher perfeita sobreviveu.Na verdade, ela era a única personagem real da história. Todos sabemos que o Pai Natal e o homem perfeito não existem.
(Se você é mulher, pode fechar a mensagem, porque a piada acaba aqui. Os homens podem continuar e ler mais.)


Portanto, se o Pai Natal não existe nem o homem perfeito, fica claro que quem conduzia era a mulher, logo o acidente está esclarecido.
E se tu és mulher e leste até aqui, fica provada mais uma teoria: que as mulheres são curiosas, e incapazes de seguir instruções.
(recebida por e-mail)

Não havia necessidade...


Compreende-se que uma empresa procure rentabilizar ao máximo os eventos que organiza ou patrocina. Nessa perspectiva, é perfeitamente admissível que a Red Bull Air Race se tenha transferido do Porto para Lisboa já que, em vez de 800 mil euros, vai receber 3,5 milhões. Compreende-se também a tristeza de Luís Filipe Meneses - o grande responsável pela realização da prova no Porto- e a irritação das entidades empresariais, pela perda da prova para Lisboa. A Red Bul Air Race era já um cartaz turístico, levando todos os anos cerca de um milhão de pessoas às margens do Douro, animando a hotelaria, restauração e comércio de Porto e Gaia, além de servir de excelente propaganda para a região, já que era transmitida para vários países europeus.
O problema é que, tanto um como outros, deviam saber que a aplicação das regras da concorrência e da economia de mercado que tão acerrimamente defendem em causa própria, também se aplicam a eventos desportivos pelo que, se queriam manter a prova em Porto/Gaia , deviam ter puxado pelos cordões à bolsa. A Red Bull defendeu os seus interesses, o que é perfeitamente legítimo.
Importa no entanto saber, como é que uma Câmara falida ( Lisboa) e algumas empresas públicas têm capacidade financeira para pagar 3,5 milhões de euros pelo evento. Daí as dúvidas levantadas por Luís Filipe Meneses, acerca do envolvimento de dinheiros do Estado, pagos pelos contribuintes, no pagamento desta retribuição. É inadmissível que o Turismo de Portugal esteja envolvido nesta querela e seja um dos responsáveis pela transferência da prova para Lisboa. Sendo verdade, são legítimas as acusações de LFM, porque é inaceitável que um organismo público fomente rivalidades e tome partido nesta querela. Como é inadmissível que um deputado, eleito pelo Porto, faça declarações deste jaez.