Aos 47 anos Hulk começa a sofrer os efeitos dos excessos de mau feitio. Apesar de ter nascido cinzento, Hulk está cada vez mais verde. Não gosto dele, porque é muito bruto. Hulk por Hulk, prefiro um que costuma vestir de azul e branco. Embora esse demore a regenerar-se e a dar aos adeptos portistas as alegrias do ano passado.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Brites e os segredos dos famosos (4)
Aos 47 anos Hulk começa a sofrer os efeitos dos excessos de mau feitio. Apesar de ter nascido cinzento, Hulk está cada vez mais verde. Não gosto dele, porque é muito bruto. Hulk por Hulk, prefiro um que costuma vestir de azul e branco. Embora esse demore a regenerar-se e a dar aos adeptos portistas as alegrias do ano passado.
Jornalismo em Liberdade
Na terça-feira, pouco antes de eu deixar Lisboa, a Lúcia fez um comentário a este post e o meu amigo João Figueira, lançou fez a apresentação do seu livro "Escrever em Liberdade". Foram esses dois factos que me levaram a escrever este postal.
Na verdade, uma das primeiras coisas que me ensinaram, foi que um jornalista se deve basear nos factos. Não inventa nem manda palpites nos artigos e reportagens que escreve. Deve, também, confrontar as suas fontes, para não cair na esparrela de se colocar ao seu serviço. Um jornalista não é um "criativo" é um narrador de factos e a sua credibilidade avalia-se na medida da sua isenção.
Nessa altura, não havia cursos de jornalismo e aprendíamos com os mestres que estavam nos jornais, nas rádios e na RTP. Trinta anos depois, há mais cursos de jornalismo que WC públicos e, no entanto, há cada vez mais jornalistas a "inventar". Afinal para que servem os cursos de jornalismo?
Para ensinar os jornalistas a escrever? Basta ver os erros de ortografia e de sintaxe nos nossos jornais, para perceber que não.
Para sensibilizar os jornalistas para a necessidade de serem isentos e só escreverem sobre factos que tenham a certeza que são verdadeiros? Os últimos anos têm demonstrado que há cada vez mais jornalistas a opinar nos jornais, rádios e televisões e que a preocupação em dar notícias foi substituída pela necessidade de dar voz a rumores, baseados em fontes que nunca saberemos se existem, ou foram criadas à mesa de um restaurante.
Poderia multiplicar as perguntas e dar as respostas, mas fico-me por aqui. Sei que nas escolas não se ensina este jornalismo "criativo" e que ele nasceu da necessidade de vender jornais. Mas se as escolas de jornalismo não conseguem combater esta tendência do"jornalismo de intervençaõ", qual é a necessidade de existirem?
Saudades para todos. Continuem a passar por aqui, porque apesar de estar longe, haverá posts novos todos os dias e, durante o fim de semana, tentarei dar resposta aos vossos comentários.
Porreiro, pá!

Rochedo das Memórias (123)- E tudo o chip mudou

Com efeito,em 1971, uma invenção vai revolucionar completamente o mundo: o microprocessador (chip). Alinhados numa pequena placa de plástico, estas pequenas peças de sílica conseguem armazenar, processar e organizar dados, conectando-se entre si. A partir de então os computadores passaram a caber em cima de uma mesa ou dentro de uma consola e assim surge o primeiro jogo electrónico. Em 1972, o "Pong" - simulador de uma partida de ténis entre dois jogadores- anuncia que a época dos velhos flippers estava achegar ao fim. A partir dessa data era também possível instalar o jogo em casa e ligá-lo ao ecrã de televisão. Não consta que as audiências tenham sentido muito os efeitos da chegada do "Pong", mas a era dos jogos electrónicos tinha começado.