segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Fui ao Divã

Recebi, da Grande Jóia, este simpático, mas perturbador, selinho que me deixou embaraçado, pelas regras inerentes à sua atribuição e que passo a explicar:
1. Postar o Selo - Já está!
2. Dizer quem me indicou- Já está
3. Escrever três conflitos que me levaram ao Divã
O busílis está precisamente na regra nº 3. É que comecei a pensar e cheguei à conclusão que nunca fui ao divã. Ou melhor: fui, mas por razões que não vou aqui contar. Embora neste Rochedo se revelem muitos episódios da vida do seu inquilino, não chegaria ao ponto de aqui descrever os episódios íntimos que me levaram ao divã. Por mais agradáveis que possam ter sido, não os vou aqui revelar, sob pena de o sr Blogger me colocar um aviso à porta, informando os visitantes que devem ter cuidado antes de entrar neste antro de mau porte.
Foi quando pensava na melhor maneira de cumprir a tarefa ( sim, que sem o selinho é que eu não ia ficar...) que me lembrei que afinal eu tenho mesmo um divã. Embora nunca me tenha deitado nele, visito-o várias vezes todos os dias. Pois é, esmiuçando bem o Rochedo, tenho de reconhecer que funciona como um divã onde reflicto sobre as questões que ao longo do dia me suscitaram reacções de alegria, tristeza, entusiamo, desânimo, ou mesmo dor. E pelo menos 3 vezes, ao longo destes dois anos, os posts que escrevi funcionaram como catarse purificadora das minhas emoções. Sendo a minha formação, na área da psicologia ( que não exerço), deveria fazer a catarse em privado mas, pelo menos nessas três vezes, não respeitei as regras básicas e tornei públicas as minhas angústias, pela perda de pessoas cuja memória está sempre comigo.
Quem quiser ler, faça o favor de seguir os links. Aqui, ali e acolá

Mandam as regras que mande para o divã seis vizinhos. No entanto, como penso que ninguém deve ir para lá obrigado, lanço o repto a quem quiser dar seguimento. Agradeço, a quem se ofereça voluntariamente, que me informe na caixa de comentários.