segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Noites do Porto

Lá fui espiolhar a(s) noite(s) da baixa minha Invicta e fiquei super agradado. Em primeiro lugar, porque a temperatura estava excelente e estava-se bem nas esplanadas e depois, porque gostei de ver, renascida e animada, uma zona da cidade que estava morta a partir das oito da noite.
Desde a esplanada do velho Piolho, ao ambiente descontraído do Twins, passando pela Casa do Livro para conviver com livros e ouvir jazz, a escolha é variada.
Gostei de jantar na Galeria de Paris, de ver o movimento na Cândido dos Reis e na Praça dos Leões, do ambiente da Rosa Escura, na Rua da Picaria, quase em frente a uma casa de um velho professor onde passei tardes muito agradáveis, de ver a Praça Filipa de Lencastre animadíssima, de ver as pessoas passear de copo na mão pela Cândido dos Reis e ruas adjacentes. Às tantas, cheguei a pensar que estaria na Galiza ( havia muitos espanhóis), mas quando a discussão entre uns jovens aqueceu, por volta das duas da manhã percebi, pelo sotaque, que aquele era mesmo o meu Porto. Ainda bem.
Pena que nem toda a gente saiba beber, mas isso acontece no Porto e em qualquer lugar da noite.