terça-feira, 14 de abril de 2009

O novo cerco de Lisboa

Tarde de Abril de 2009.
No local onde ia decorrer a entrevista, num concelho próximo de Lisboa, o estacionamento é complicado. A directora disse-me para informar o segurança do que ia fazer, para poder estacionar o carro no parque da instituição. Quando lá cheguei, segui as instruções. O segurança, com cara de poucos amigos, respondeu-me:
Ela disse isso? Mas não é ela que decide quem aqui estaciona o carro… sou eu. Eu é que vejo se há possibilidade e decido, não é ela!”
Embatuquei, mas poucos segundos depois o segurança concedeu-me a necessária autorização para estacionar.
Dirigi-me à recepção e anunciei que vinha entrevistar a doutora (…) O contínuo marcou um número. Pela conversa, presumo que do outro lado tenha atendido a secretária da entrevistada.
“Está é a Graça? Diz aí à Lena ( nome fictício) que está aqui um senhor jornalista para a entrevistar”
-(…)
- Que é que queres? Mando-o subir ou ela desce?
Desligou o telefone e, com simpatia, levou-me até uma sala pedindo para aguardar. A Lena já desce, esteja à vontade.Passados alguns minutos chegava. Jovem e desempoeirada.
Boa tarde, senhora doutora
-Olá boa tarde. O sr doutor quer um café?
- Não me trate por doutor, sou jornalista
- Sabe, é o hábito de todos nos tratarmos por doutores.
- Ah , pois!- gritaram-me aos ouvidos os meus botões, desfraldando ao vento as bandeiras do PREC!

Loja do Cidadão


Compreendo perfeitamente a indignação que vai aí pela blogosfera. Como foi possível alguém "proibir" o uso da mini-saia, na Loja do Cidadão de Faro?
Assim ,até os cidadãos pagavam os impostos com mais gosto...
Se querem saber o que penso sobre o assunto, está aqui