terça-feira, 7 de abril de 2009

Ó p'ra mim tão contentinho!

É sempre muito agradável receber distinções de outros blogs. Este, oferecido pela Vera, tem como aliciante extra o facto de ser destinado a jovens. Aceito-o com muito agrado e recuso-me a reparti-lo com a Martinha, que ainda está muito verde nestas andanças.
Mandam as regras que o reenvie a 10 outros bloggers. Como é habitual, vou quebrar as regras e oferecê-lo a todos que se sintam com espírito jovem e merecedores de o receber. Eu sei que são todos os que me visitam, portanto, podem servir-se. Mas avisem, faz favor!
Obrigado, Vera!

O Fiel Jardineiro

Lembram-se de “O Fiel Jardineiro”, o livro de John Le Carré que Fernado Meirelles transportou para a tela com inegável êxito?
Os que viram o filme ou leram o livro lembrar-se-ão que a história girava em volta de experiências feitas pelas empresas farmacêuticas em África, utilizando cobaias humanas. Recordarão a luta encetada por Justin para descobrir as causas da morte da mulher (Tessa) e de Arnold- o médico que com ela investigava a actuação escabrosa dos laboratórios.
Embrulhado numa comovente história de amor onde não faltam julgamentos populares de infidelidade, “O Fiel Jardineiro” é baseado numa história real e relata os perigos a que está sujeito quem luta pela procura da verdade.
Treze anos depois, a história conheceu finalmente o seu epílogo. A Pfizer foi condenada a pagar 55 milhões de euros pela morte de 11 crianças na Nigéria, utilizadas como cobaias para testar um medicamento. Por vezes, o final dos romances coincide com a vida real. E quando isso acontece, é (quase) sempre reconfortante.