sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Momento de humor ( negro)

Os pais do Zézinho convidaram um casal amigo para um jantar lá em casa. Sabendo como era o seu filho, o pai do Zézinho chama-o e pede-lhe encarecidamente para ele não fazer comentários acerca das orelhas do filho do casal amigo, que pura e simplesmente não tinha as ditas.
À hora marcada o casal amigo chegou, e o Zézinho corre logo para a porta para verificar se efectivamente o rapaz tinha ou não orelhas. Constatou que era mesmo verdade.
Durante o jantar o Zézinho não tirava os olhos do rapaz. Às tantas, incapaz de resistir, perguntou :
- Tu vês bem ?
- Vejo. (respondeu inocentemente o rapazinho)
Ainda bem! Deus te conserve a vistinha, porque se um dia tiveres de usar óculos estás lixado!!!

Mistérios do blogobairro

Uma onda de mistério assaltou o blogobairro. Na semana passada, a Patti ficou sem Internet e os Ares perderam a Graça durante alguns dias.
Há dias, uns comentadores anónimos invadiram a caixa de comentários do Rochedo com comentários insultuosos. Ainda publiquei os dois primeiros e dei-lhes resposta, mas quando os insultos se estenderam à vizinhança, exerci o meu poder moderador. Aproveito a oportunidade para dizer que não publicarei mais comentários anónimos, nem de heterónimos cuja proveniência não seja possível identificar.
Acontece é que, desde esse dia, vários leitores se têm queixado da impossibilidade de enviarem comentários. Agradeço, por isso, que quem não o consiga fazer, mo comunique através do e-mail.
Finalmente, hoje, o blog da Si só está visível para alguns. Muitas pessoas ( eu incluído), cada vez que batem à porta, constatam que os posts desapareceram.A Si pede-me que todos os passantes com dificuldade em aceder ao blog dela, a informem para o seguinte e-mail: de.si.para.si@gmail.com
Esperemos que a onda de mistério não se alastre e que a vida volte à normalidade. Para preocupações já chega o raio da crise!

Proposta para o fim de semana

A Associação 25 de Abril acaba de lançar um site sobre a Guerra Colonial.
É um projecto de grande envergadura, destinado a perpetuar a memória colectiva da nossa história contemporânea, sem preconceitos.
Dizem-me que ainda está inacabado, mas a documentação é já tão vasta, que merece ( eu diria mesmo, exige...) uma visita.
É uma excelente proposta para este fim de semana que se anuncia chuvoso. Para ler , ver ( são quase 5 horas de filmes ...) e pensar.

Por falar em ingleses...

Este post surge na sequência do que a Gi escreveu ontem sobre os ingleses. Como partilho da mesma opinião, resolvi deitar ainda mais umas achas para a fogueira .
Declaração de interesses: Vivi em Inglaterra onde estudei, trabalhei e aprendi a não gostar dos ingleses. Chateia-me ser tratado como terceiro mundista, que querem? Feito o esclarecimento, vamos ao que interessa.
Lembram-se da forma como a justiça inglesa denegriu as investigações da PJ durante o caso Maddie, utilizando os jornais ingleses como câmara de eco? O nevoeiro lançado a partir de Londres, sobre o caso, adensou-se com a renúncia do assessor de imprensa de Gordon Brown, para ir trabalhar com os Mc Cann. Até que alguém me explique, direitinho, as motivações de Clarence Mitchell para trocar de emprego, sinto-me no direito de pensar que ali houve marosca.
Que se diria em Portugal se a mãe de Joana tivesse sido recebida pelo Primeiro Ministro e recrutasse para trabalhar consigo um assessor de imprensa do Governo? O mínimo é que tudo cheirava a esturro e que era próprio de um país do terceiro mundo, onde o Governo se intromete nos assuntos da Justiça.
Pois os McCann conseguiram essas duas proezas. Foram recebidos por Gordon Brown e contrataram Clarence Mitchell para dirigir a campanha publicitária com que pretendiam manter viva a memória ( é disso mesmo que se trata...) de Maddie.
A Polícia inglesa, agorrante como sempre, fez obstrução às investigações e recusou-se a fornecer dados sobre a conta bancária dos Mc Cann. Ou pior… nem sequer respondeu aos pedidos feitos pela PJ. Depois há também o pedido de extradição de Vale e Azevedo, tratado com os pés pela justiça britânica.
É tudo muito estranho. Demasiado estranho mesmo… Serei talvez rebuscado, mas estas recordações acabam sempre por me levar a Alcochete.