Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Qual a surpresa?

O fundamentalismo anti-tabágico deu nisto. Qual a surpresa? Eu até já tinha avisado aqui, que os fumadores eram potenciais delinquentes, suspeitos de vários actos criminosos...

3 comentários:

  1. liberalize-se a venda das drogas leves (que também terá impacto positivo na economia)!!

    bom natal

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  2. Por acaso não percebo (nem posso concordar) com esta extrapolação.
    Quando se fala aqui em consumir drogas, nem sequer é no sentido das drogas leves e que, por mim, até poderiam ser despenalizadas, ou então, serem todas penalizadas: do tabaco às bebidas alcoólicas.

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  3. Fui induzido a fumar quando jovem.Era chic, demonstrava status, era elegante como o uso do cachimbo e do charuto.Foram prazeres imoderados apreciados por quem tinha sensibilidades.Hoje sou um ex fumante por necessidade, não porque se tornou contravenção.Uso minha sensibilidade para apreciar um bom vinho como um Palácio de Bussaco ou um Clos Fontá imaginando que este prazer,também, poderá ser proibido.
    Prazer de pobre é rezar.Nunca será proibido.

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