
Declaração prévia: tenho apreço e consideração pelo bispo do Porto, D. Manuel Clemente.
Isso não impede, porém, que tenha aberto a boca de espanto quando soube que lhe tinha sido atribuído o Prémio Pessoa. Por achar que não o merece? Não exactamente. Antes porque o seu perfil não se coaduna com a filosofia do Prémio como se pode ler aqui
Se alguém me disser o que fez D. Manuel Clemente de inovador nestas matérias, não terei qualquer problema em dar a mão à palmatória e retractar-me. Até lá, continuo a pensar que a atribuição do Prémio Pessoa se baseou noutros pressupostos.
Nada de novo, se lembramos que também o Nobel da Paz deste ano foi atribuído a Obama que tinha tomado posse um mês antes de encerrarem as candidaturas e foi a Oslo defender que “é preciso fazer a guerra para alcançar a paz”.O que está errado, no meio disto tudo, são os pressupostos que presidem à atribuição dos prémios. Nada a apontar aos nomeados, mas sim ao júri que os escolhe, desvirtuando e atropelando as regras estabelecidas.
Estamos de acordo.
ResponderEliminarabr e boa semana
Em ambos os casos deviam os membros do júri estar cheios de pressa ... vai daí, despacharam à primeira!
ResponderEliminarÉ verdade caro Carlos!
ResponderEliminarHoje em dia tudo anda desvirtuado ou antes... a tradição já não é o que era!
Que D. Manuel Clemente merece um prémio qualquer isso merece, agora se é o Prémio Pessoa... Também fiquei surpreendida.
ResponderEliminarA não ser que seja pela sua produção literária __mas que também não é conhecida__. Sei que ele, numa noite,escreveu uma peça sobre S.Francisco de Xavier!
cumprimentos
zoe
O "espírito" dos prémios ( Pessoa e Nobel) foi-se numa nuvem azul, soprada pelos lábios do vento (li isto em qualquer lado e de repente emergiu na minha mente) Lol
ResponderEliminarAbracinho
Não conheço o Bispo, nem posso opinar, mas adorei o estilo fashion verde e rosa!!!
ResponderEliminarMerece mais que a Flunser qualquer coisa.
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