Domingo, 22 de Novembro de 2009

Buscando Novos Caminhos


Recebi este selinho da Teresa, como prémio por ter respondido a este desafio.
A autora do selo é, porém, a Licas, que pede para indicar pelo menos um novo caminho na blogosfera.
Entre os blogs que nos últimos dias aportaram ao Rochedo, indico um que ainda estou a explorar, mas me parece muito interessante e merece uma visita bem demorada: Maria Letra

3 comentários:

  1. Vim dizer-lhe para agarrar num cesto bem grande e aparecer lá por casa. Tem muita coisa para trazer.
    Beijinhos

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  2. Bluevelvet: Obrigado. Já lá tinha estado a ver, mas não tinha percebido que havia presente para mim! Como é que vou trazer aquilo tudo?

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  3. Boa noite, Carlos.
    Cá vim eu ter de novo ao Seu blogue, de que tanto gosto, na minha busca de 'alimento'.
    Li o texto cujo tema é 'Justiça' -"Brites e os Meandros da Justiça". Ao invés de seguir pronta para o comentário, parei para reflectir sobre ele. Dado que não me conhece, um comentário a este assunto, tão delicado quanto susceptível de erro, talvez nem tivesse o mérito de aproximar-me da classificação 3, de 0 a 5, a avaliar pelo que tenho lido aqui. Deixo-lhe, todavia, um poema que fiz há alguns anos, pedindo desculpa pelo abuso de ocupar-lhe o seu espaço.

    Dura Lex! Sed Lex!
    A primeira condenação
    Imposta a qualquer cidadão.
    Todavia,
    Um mundo de interrogações
    Paira no ar:
    Quem de direito a inventou?
    Quem de direito a aprova
    Ou a faz aplicar?
    Mas ela faz-se cumprir,
    De modo fácil, ou não,
    Sem lugar p'rá admitir
    A mais leve compaixão.
    Os parágrafos ... enfim ...
    Dão "pano p'ra muita manga".
    Por vezes a culpa anula,
    Outras vezes acumula
    Males maiores a cada caso.
    Mas ... insisto eu:
    Quem de verdade e direito
    Está à altura de julgar
    Cada lei?
    Vejo pouco de perfeito
    - Sem medo de exagerar -
    Em muitos que a inventam,
    Em muitos que a aprovam,
    Ou a fazem aplicar.
    Num mundo em cujos sistemas,
    - Mais corruptos que sãos –
    Fazem pesar grandes penas
    Nos ombros dos cidadãos
    A eles sujeitos ...
    Vejo leis,
    Contrárias à lei do Amor,
    Males com muitas virtudes
    E bens com muitos defeitos.
    E, com pavor,
    Assisto a tanta injustiça
    Na lei imposta,
    Submissa
    Ao poder de cada estado,
    Que já não sei se, lutar,
    Traz benefícios de vulto
    A um futuro que, oculto,
    Me parece amordaçado.
    Mas, p'ra esse mal,
    Não sai lei.
    É duma injustiça tremenda.
    Cada um que se defenda!

    Maria Letra
    Nota: Para saber sobre o que escrevo, mais do os Contos da Avó Mizita, tem Letras-Sem-Tretas (http://marialetratome.wordpress.com) e Caminhos de Cristal (http://caminhosdecristal.wordpress.com)

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