
Recebi este selinho da Teresa, como prémio por ter respondido a este desafio.
A autora do selo é, porém, a Licas, que pede para indicar pelo menos um novo caminho na blogosfera.
Entre os blogs que nos últimos dias aportaram ao Rochedo, indico um que ainda estou a explorar, mas me parece muito interessante e merece uma visita bem demorada: Maria Letra
Vim dizer-lhe para agarrar num cesto bem grande e aparecer lá por casa. Tem muita coisa para trazer.
ResponderEliminarBeijinhos
Bluevelvet: Obrigado. Já lá tinha estado a ver, mas não tinha percebido que havia presente para mim! Como é que vou trazer aquilo tudo?
ResponderEliminarBoa noite, Carlos.
ResponderEliminarCá vim eu ter de novo ao Seu blogue, de que tanto gosto, na minha busca de 'alimento'.
Li o texto cujo tema é 'Justiça' -"Brites e os Meandros da Justiça". Ao invés de seguir pronta para o comentário, parei para reflectir sobre ele. Dado que não me conhece, um comentário a este assunto, tão delicado quanto susceptível de erro, talvez nem tivesse o mérito de aproximar-me da classificação 3, de 0 a 5, a avaliar pelo que tenho lido aqui. Deixo-lhe, todavia, um poema que fiz há alguns anos, pedindo desculpa pelo abuso de ocupar-lhe o seu espaço.
Dura Lex! Sed Lex!
A primeira condenação
Imposta a qualquer cidadão.
Todavia,
Um mundo de interrogações
Paira no ar:
Quem de direito a inventou?
Quem de direito a aprova
Ou a faz aplicar?
Mas ela faz-se cumprir,
De modo fácil, ou não,
Sem lugar p'rá admitir
A mais leve compaixão.
Os parágrafos ... enfim ...
Dão "pano p'ra muita manga".
Por vezes a culpa anula,
Outras vezes acumula
Males maiores a cada caso.
Mas ... insisto eu:
Quem de verdade e direito
Está à altura de julgar
Cada lei?
Vejo pouco de perfeito
- Sem medo de exagerar -
Em muitos que a inventam,
Em muitos que a aprovam,
Ou a fazem aplicar.
Num mundo em cujos sistemas,
- Mais corruptos que sãos –
Fazem pesar grandes penas
Nos ombros dos cidadãos
A eles sujeitos ...
Vejo leis,
Contrárias à lei do Amor,
Males com muitas virtudes
E bens com muitos defeitos.
E, com pavor,
Assisto a tanta injustiça
Na lei imposta,
Submissa
Ao poder de cada estado,
Que já não sei se, lutar,
Traz benefícios de vulto
A um futuro que, oculto,
Me parece amordaçado.
Mas, p'ra esse mal,
Não sai lei.
É duma injustiça tremenda.
Cada um que se defenda!
Maria Letra
Nota: Para saber sobre o que escrevo, mais do os Contos da Avó Mizita, tem Letras-Sem-Tretas (http://marialetratome.wordpress.com) e Caminhos de Cristal (http://caminhosdecristal.wordpress.com)