Sábado, 31 de Outubro de 2009

Halloween à portuguesa ( Replay)


Hoje é a "Noite das Bruxas", mais uma maravilhosa invenção da sociedade de consumo da era global. Em Portugal, só há meia dúzia de anos a noite de 31 de Outubro deixou de ser apenas a véspera de mais um feriado. Amanhã, pela manhã, num café perto de si, talvez possa assistir ao rescaldo. Provavelmente, o cenário não será muito diferente do que se descreve aqui

12 comentários:

Justine disse...

Hoje não vai acontecer nada. Mas amanhã vou ter o jardim invadido por bandos de crianças, com sacolas de pano, a gritar "oh tia dá bolinho"! Vivá velha tradição portuguesa:))
Bom fim de semana

annie hall disse...

Concordo consigo ,cada uma destas festas tem raizes culturais e apenas deve ser vivida nos locais onde elas existem.
O consumismo é um modo de esconder a ignorância .

HSLO disse...

Legal...eu tinha esquecido dessa data viu...



abraços



Hugo

papoila disse...

Carlos,
O post é muito divertido, o encontro é que não!
Irrita-me imenso esta mania de copiar sem pensar!
A este dia das Bruxas, podemos acrescentar o Carnaval com as meninas de bikini, descalças e a dançar o samba em pleno Inverno...Tudo coisas com muito sentido!!!:)

Vera Y. Silva disse...

Não me surpreende que os comerciantes se aproveitem, mas sim que haja tantas pessoas a ir atrás. Pensando bem, isso também não é surpreendente.

Turmalina disse...

Meu filho, de 13 anos, pediu-me para ir à festa de Halloween de um determinado bar das redondezas,com os colegas de classe.Já prevendo a resultado de uma festa, mesmo tipo "matinê", num bar, eu disse não.E acrescentei que se fosse num clube eu iria pensar, mas no bar não, porque não é afinal lugar de menores. É proibida a entrada de menores em bares aqui, mas eles sempre arrumam um jeito com as tais "matinês". Sei por amigos do meu filho que rola bebida sim e naturalmente.E para crianças de 12 e 13 anos. Aí já acho exagero, porque serão estes meninos hoje com 13 anos que no futuro estarão falando besteira, bêbados, aos 17 anos.E nem tanto pela bebida , mas sim porque não escutaram um não qdo mais novos.

Nenúfar Cor-de-Rosa disse...

Viva! Curioso que já há um ano atrás fiz um comentário àquele seu post :-) agora posso servir de testemunha, saí à noite com a família e assisti às cenas de vários jovens que se preparavam para uma noite de copos ...o resto não me apetece assistir!! Bjs e Bom Domingo.

Luz disse...

Carlos meu amigo do coração!!!!
Aqui no Brasil também fomos invadidos por essa onda de Hallowen .
Creio que estimulados pelos cursos de inglês.
Eh...a globalização!! rsrsrs
Beijinhos saudosos

cristina ribeiro disse...

Nosso, com parecenças, só mesmo o Entrudo.

Tite disse...

Eu também ando preocupada com a importação de mais esta festa consumista.
Quando eu, que vivo numa aldeia, digo que já era giro aproveitar esta quadra, num local onde se produzem toneladas de abóboras, para promover um concurso de criatividade em que se explore a decoração de abóboras, aí ninguém apoia porque isso não "VENDE".

Há-de ser a grande loucura com a compra de disfarces de bruxas, fantasmas, duendes e outras fantasias semelhantes além, claro, da profusão de bebidas consumidas em celebrações gratuitas que não invocam os vivos quanto mais os mortos.

Maria disse...

Aqui, nos Açores - ilha de S.Miguel, o dia das bruxas chegou via Universidade, a sério, através do Departamento de línguas Modernas como se chamava em 1987 - a disciplina de literatura inglesa era dada por uma professora que tinha estudado nos Estados Unidos e a partir daí tem sido um crescendo passando pelas escolas do 1º ciclo, lembro-me bem, já no tempo da minha filha, que hoje tem 25 anos, a escola pedir adereços e traje para os festejos do "dia" - claro que nada disto é razão ou desculpa para o "comportamento" dos jovens e laxismo dos pais...porque tirando os dias das bruxas,ficam ainda muitos dias como pretexto...
Agora que a nossa tradição, aqui, era "O dia de todos os Santos" - "O dia do pão por Deus" - ainda me lembro - os pobres vinham pelas portas pedir, alás como tantos outros dias - neste dia as pessoas preparavam-se "caridosamente" - desculpe Carlos, neste ponto não resisto à ironia...Nas famílias remediadas, era o meu caso, as crianças iam a casa dos padrinhos e/ou avós pedir o "Pão por Deus"- sempre calhava um presente mais o milho cozido, as castanhas assadas e para os mais velhos a prova do vinho abafado -uma espécie de jeropiga.

paulofski disse...

Pelo menos o tema fez-me voltar ao passado do Rochedo e assim ler um excelente texto que ainda não tido o privilégio de ler.