Não conheço este senhor de lado nenhum, mas ganhou desde já a minha mais profunda admiração. Embora, ao contrário do que ele diz, o fenómeno exista em vários países desenvolvidos, a verdade é que esta campanha merece o meu total apoio. Penso que o PR não pensará o mesmo, mas está sempre a tempo de emendar a mão.
* O país e o mundo seriam sem dúvida muito mais bonitos sem estas geringonças, por isso vos deixo com Louis Armstrong e "What a wonderful world"
O poder do cinema é impressionante. Desde que assisti Goog Morning, Vietnam! do Barry Levinson com Robin Willians, eu associa essa música à causas humanitárias.
ResponderEliminarA própria estética de um mundo como ele canta ficou em segundo plano, o que vejo são cenas de guerra. E o povo inocente, vítima do poder ditatorial das armas.
Como no video:
http://www.youtube.com/watch?v=m1tl0RNuvQo&feature=related
Olá Carlos,
ResponderEliminarconcordo plenamente que aja um maior controlo e que não exista a anarquia que existe em que cada um faz o que lhe dá na real gana.Não pude no entanto deixar de concordar com alguns comentários. Estamos cheios de problemas e vamos primeiro que tudo preocuparmo-nos com as marquises?
Beijos e obrigada pela musica lindissima para desanuviar. :D
Olhe que há quem defenda, que um dia as marquises do país vão ser um ícone da arquitectura.
ResponderEliminarCarlos,
ResponderEliminarEu, felizmente ou infelizmente, sou intolerante com essas marquises e quejandes que deformam os edificios( muitos já tão mal esgalhados) em gaiolas. Talvez por ter 2 arquitectos em casa e da Escola do Porto...!Imagino logo como ela é por dentro: alcatifa no chão a imitar relva, gaiolas de passarocos,"naperons" em cima de um hipotético electrodoméstico para proteger dos riscos de uma jarra com flores de plástico...Acho que é melhor parar! Como 2/3 dos portugueses não vivem sem as ditas cujas, eu também apoio essa iniciativa.
Um beijinho
As marquises deste país sempre me fizeram confusão, até ao dia em que o nosso PR fez a sua. Aí pensei, olhem não querem lá ver que é requisito para chegar ao topo? logo a seguir vieram, as antenas satélite, os decks no terraço da vizinha e o rapaz que anda a emagrecer para ir ao espaço. Coisas de um país onde cada um faz o que quer, ninguém se rala e quem refila ainda passa por tolinho.
ResponderEliminarCarlos
ResponderEliminarEssa canção...a essa canção mexe comigo demais!
E há tantas coisas que poderiam ser muito melhores não?
Beijos
É tudo uma questão de estética e bom gosto e infelizmente Lisboa não tem nem uma coisa nem outra.
ResponderEliminarTenho essa musica no outsider , mas o video ficou cortado em metade:)
Turmalina: Grande filme!
ResponderEliminarHumana: não deixo de lhe dar razão, mas se for possível acabar com isso, talvez seja mais agradável. Qualquer dia já não constroem casas com varandas...
ResponderEliminarPatti: Não me diga... Quem são esses seres bizarros?
ResponderEliminarBacouca: O problema é que vamos perder as vistas da marquise do Presidente!
ResponderEliminarGJ: Eu não me importo de passar por tolinho. Sou um refilão incorrigível
ResponderEliminarLuz: Também mexe comigo...
ResponderEliminarAnniehall: Não é só Lisboa, por todo o país a indústria das marquises continua florescente
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