Se o tempo ao fim da tarde o permitir, também vou andar por aqui algumas vezes. Gosto de passear nas imediações do Rochedo, parar a bicicleta onde me apetecer e ficar a olhar o mar. O problema da ciclovia do Guincho - para além do vento- é estar frequentemente "entupida" com gente a fazer "jogging"ou a passear os bebés. Também há uns motociclistas que gostam de a utilizar, não sei com que propósito...
Por vezes, andar por ali é como fazer uma gincana, desporto de que não sou nada apreciador. Por isso ando tão pouco de bicicleta...
Essa dos motociclistas, é pena saber isso. Talvez alguns miúdos com aceleras, não?
ResponderEliminarPasso aí centenas de vezes, pois é um dos locais que mais gosto, mais de mota que de carro e nunca vi nenhum motociclista fazer isso.
Há sempre ovelhas ranhosas.... infelizmente.
Boas férias.
Tó Zé: Infelizmente não estou de férias, porque já as gozei...
ResponderEliminarEssas cenas dos motociclistas acontecem mais ao fds, mas como o meu Rochedo fica por ali, talvez tenha oportunidade de pesenciar essas cenas mais vezes. Sim, normalmente são miúdos.
Então mesmo sem ser de férias, tem o privilegio de se poder passear por esse lugar magnífico. Quando eu for dar uma volta por aí, digo-lhe. De mota, mas prometo que não ando na ciclovia...
ResponderEliminarAbraço
Carlos,
ResponderEliminarPorque como tudo há os que gostam de apreciar e os que gostam de ser apreciados...! E também e infelizmente da pior maneira.
Um beijinho
Sabe Carlos, sabe bem passear e usufruir desses pequenos prazeres. Eu não irei prescindir deles nem que me insulte, me multem e me atropelem. Tenho todo o direito de me sentir em natureza.
ResponderEliminarCarlos o lugar é lindo, que maldade não poder usufruir em pleno!
ResponderEliminarQue bela imagem de encher os olhos, adoro andar de bicicleta no fim da tarde. Essa foto me remete ao por do sol gosto na praia,que saudades do verão. grande abraço
ResponderEliminarGosto imenso de andar de bicicleta. A uma das minhas cadelas, a última, a Lima (lembra-se, a fidalga?) ensinei a andar ao pé de mim e é um prazer passear pela beira do rio. Por cá ainda se pode, sem necessidade de ciclovias... Até quando?
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