Eu bem me parecia que a crise não tinha chegado a Portugal. Até já tinha falado disso aqui.Hoje tive a certeza, ao ver uma reportagem no Algarve durante as notícias da noite. Uma senhora dizia à repórter "Crise? Qual crise? Não está a ver como isto está?" As imagens mostravam uma multidão ocupando todos os espaços de uma coisa que me pareceu um areal. Depois, a repórter anunciava que num qualquer aldeamento próximo de Vilamoura, onde uma semana custa a módica quantia de 3600€ a maioria dos apartamentos estava ocupada. Só nos repletos bares de Albufeira, os proprietários se queixavam que este ano as pessoas bebiam menos. Resumindo: somos uns queixinhas mas, na verdade, não sentimos verdadeiramente a crise.
Temos é muita vergonha de dizer que somos lerdos e gostamos de viver de aparências. É o estilo, honrados mas pobrezinhos visto do avesso.
ResponderEliminarCarlos
ResponderEliminarClaro que elas sentem a crise!
Não viu que bebem menos? ( risos)
Beijinhos
Os que vão de férias são(somos) os mesmos que iam no ano passado, com a vantagem de os preços estarem mais baratos.Quem não ia nos outros anos continuou a não ir com uma agravante, este ano está desempregado.
ResponderEliminarEsses que gastam 3600€ numa semana, não devem sentir a crise ou então são aqueles que se empenham até à ponta dos cabelos para fazer bonito.
ResponderEliminarPedro: A verdade é que este ano o Algarve continua a estar cheio e alguns dos destinos habituais fora ad Europa também...
ResponderEliminarPatti:Pois é, Patti... apesar da crise, há pessoas que continuam a endividar-se para ir de férias. Sinceramente, há coisas que me escapam...
ResponderEliminarGJ: Concordo em absoluto
ResponderEliminarLuz: poupam nos copos e no Guronsan( Não sei se existe aí no Brasil). E também poupam o mobiliário que por vezes destroem durante as bebedeiras
ResponderEliminarLendo o comentário acima.O que é Guronsan, parece nome de Digimon...rs...
ResponderEliminarBem, voltando ao post, dizem especialistas do comportamento humano que em tempos de crise as pessoas tendem a gastar com prazer pessoal, como viagens, roupas, sapatos, perfumes, livros, músicas , carros, o que melhor apetecer à cada um. É um processo de supervivência, motivado pelo medo inconsciente de não poder realizar no futuro que se apresenta de forma nebulosa.
Bem, eu gostaria de superviver todos os dias :o)
Aqui no Brasil, há um movimento recessionista - que ensina a frear e refletir sobre o consumo supérfulo nos tempos de crise. Vou postar algo a respeito. Me aguarde.
ResponderEliminarUm Grande abraço
Também curiosa aqui, faço minhas as palavras de Turmalina: "O que é Guronsan, parece nome de Digimon...rs..."(2)
ResponderEliminarHaverá de tudo um pouco, isto é os que querem manter as aparências e endividam-se, como já foi dito, mas,por outro lado, pensava eu que
ResponderEliminaros bancos tivessem refreado os créditos ao consumo(?) talvez também pelos preços nos hotéis terem terem baixado,como disse o Pedro.Cá por mim não saí do meu lugar - vivo num sítio muito bonito e tenho o mar e o campo muito perto;))
Eu não sei se alguma vez deixamos de estar em crise, digo eu que não sou entendida em economia, parece-me que houve um período ilusório de vacas gordas devido aos subsídios da UE e aí fizemos de conta que éramos um país rico, esbanjou-se e até nos demos ao luxo de desperdiçar uma riqueza, muito nossa, a agricultura, acho até que pagaram para isso, nunca entendi porquê...
Estou a ser muito atrevida e logo eu que não entendo nada de leis de mercado mas, será que negociámos bem essa nossa entrada no mercado europeu? Estou cheia de dúvidas e assim vou dormir, boa noite!
Ah, ia responder, com sua licença, Carlos,à Turmalina e à Veroca :
ResponderEliminar-Gurosan - Glucoronamida + Ácido ascórbico + Cafeína
Aplicado em tratamento de ressacas;))
Ah...Maria...muito obrigada!!!
ResponderEliminarEntendi: pode ser usado em algo que não caiu bem...
Um bom domingo prá vc :o)