
A PSP apreende, todos os anos, centenas de armas ilegais. Sempre pensei (ingénuo!) que essas armas fossem destruídas, mas enganei-me.
A PSP acaba de vender, em leilão, 217 armas apreendidas. Já nem ponho a hipótese de algumas terem sido adquiridas, por interposto comprador, pelas mesmas pessoas a quem foram apreendidas. Faço de conta que isso é apenas fruto da minha maquiavélica imaginação. Não posso é deixar de colocar a hipótese de elas terem sido adquiridas por pessoas que, um dia mais tarde, as vão usar para fazer um assalto ou, eventualmente, matar alguém.
A PSP diz ter agido em conformidade com a Lei, que a obriga a vender essas armas e eu não duvido. Penso é que quem fez a Lei e a aprovou no Parlamento deve ser totó!
*"Killing me softly" foi escrita em 1971 por Charles Fox para ser interpretada por alguém cujo nome não me ocorre. Foi Roberta Flack, em 1973, que fez desta canção um êxito estrondoso no mundo inteiro.
Lori Lieberman, escreveu este poema inicialmente chamado 'Killing me Softly with his Blues', depois de ter visto um show de Don McLean (Fonte Wikipédia)
ResponderEliminarA versão que mais recordo é a da Shirley Bassey
E relativamente ao assunto deste post: ó Carlos, mas em Portugal estava à espera de quê??
Mas se são ilegais quando são vendidas em leilão pela PSP passam a ser legais?
ResponderEliminarSi: estava convencido que tinha sido o Charles Fox, peço desculpa. Não me lembrei da versão da Shirley Bassey que realmente também era muito boa.
ResponderEliminarQuanto ao post: sinceramente, não esperava que estas coisas fossem possíveis. Andam a brincar a quê?
Gi: São curiosidades da nossa Pátria lusa. Mudam de mãos e ficam logo limpinhas, não há vírus da gripe que aguente.
ResponderEliminarPrecisamente àquilo que o Carlos sugere, com a foto que ilustra este post - aos índios e 'cabóis'....
ResponderEliminarSi: Pois, isto está a ficar uma "cabóiada". Ainda bem que está a chegar Setembro. Este ano vais ser dedicado à pesca ( de votos)
ResponderEliminarCarlos
ResponderEliminarSobre a venda de armas pela PSP não me cabe qualquer comentário, não porque concorde, absolutamente não, mas porque seria plantar em seara alheia, visto que vivo deistante e com os problemas que meu pais enfrenta, que poderia eu dizer?
Sobre Killing me softly, sera que é a mesma canção gravada também pelo Johnny Mathis (linda)?
Seus assuntos são otimos. vou ficar só lendo.
ResponderEliminarSou amiga de Lisa
Com carinho Monica
Totó não digo, mas diabolicamente mal intencionado isso não duvido!
ResponderEliminarQualquer dia até oferecem a licença de porte a quem compra...
ResponderEliminaré só o que falta!
Carlos, vou contar-lhe uma " novidade ": vivemos num país que faz de conta que é um país decente; uma verdade que nos vai matando suavemente...
ResponderEliminarEu tenho o álbum (vinil) "Killing Me Softly" e fui conferir a autoria da canção, o Carlos tem razão e o que a Si diz também é verdade e então fica assim:
ResponderEliminar"(...)"Killing Me Softly with His Song" is a 1971 song composed by Charles Fox and Norman Gimbel. It was inspired by Lori Lieberman's response to having seen a performance by Don McLean.[1]
Origins
Singer/songwriter Lori Lieberman saw Don McLean singing his composition "Empty Chairs" in concert. Afterwards, Lieberman wrote a poem titled "Killing Me Softly with His Blues", which became the basis for the song written by Norman Gimbel and Charles Fox.(...)"
http://en.wikipedia.org/wiki/Killing_Me_Softly_with_His_Song
Esta canção, para mim, tem um significado muito, mas muito, especial! O meu filho mais velho, agora com 35 anos nasceu em jan/74
Roberta Flack tinha-a gravado em janeiro de 1973, não é que na sala de partos, da clínica de Santo António à Estrela, enquanto eu me contorcia de dores para o meu filho nascer (eu só tinha 19 anos), ouvia-se alto e em bom som Roberta cantanto "(...)Killing me Softly with this song, killing me softly with this words(...)" e eu eu não conseguia deixar de pensar nas palavras e no significado do refrão... eu estava a parir um 1ºfilho e com 19 aninhos - não foi a melhor canção para ser ouvida naquele momento eheheh!!
O pai da criança, a seguir, ofereceu-me o disco - num acto simbólico - na altura, não achei graça nehuma, depois passou-me e realmente é uma canção que gosto sempre de ouvir e conto sempre esta história um tanto ao quanto insólita - dos meus outros dois filhos (partos mais fáceis)já não tive música .
Contei a história , e não falei do tema -"O leilão das armas" - eu também devo ser tótó, ingénua e ignorante porque, quando li a notícia fiquei com cara de parva, pensava eu que,armas apreendidas seriam destruídas ,no mãximo as de valor histórico iriam para um museu e já agora, que destino dão às drogas?
ResponderEliminarUma tristeza é o que é, para além da hipótese de algumas terem sido adquiridas, por interposto comprador, pode ter-se dado o caso até de as terem adquirido a preço de saldo!
ResponderEliminarGosto da música.
Dulce: É possível, mas não conheço a interpretação do John Mathis.
ResponderEliminarMonica: seja muito bem vinda ao Rochedo. É sempre um enorme prazer receber novos hóspedes por estas paragens.
ResponderEliminarObrigado por suas palavras
Justine: eu opto mesmo pelo totó, creio que não terá havido aqui má intenção.
ResponderEliminarCristina: e ficamos, passivamente, à espera que isto caia de podre.
ResponderEliminarMaria: Obrigado pelo esclarecimento. Eu também pensava que eram destruídas. Somos uns ingénuos!
ResponderEliminarMaria: Obrigado pelo esclarecimento. Eu também pensava que eram destruídas. Somos uns ingénuos!
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