São conhecidas as histórias de pessoas que que estavam para embarcar no fatídico voo 447 da Air France mas, por razões várias, acabaram por não seguir viagem, salvando-se assim da morte.
A história desta italiana, no entanto, tem contornos diferentes. Teria o destino marcado, ou foi mera coincidência? Depois de ler a notícia fiquei a pensar no assunto. E vocês, que pensam?
Sarava!
ResponderEliminarNão há acasos!
beijinhos
"Maktub"??? Será?
ResponderEliminarDe qualquer forma parece uma brincadeira de mau gosto da vida, ou, como querem alguns, do destino...
Sempre penso que cada um de nós constrói seu proprio destino, mas às vezes acontecem coisas que me deixam meio em dúvida... São tantos os mistérios da vida...
Somos nós que fazemos o nosso destino.
ResponderEliminarAs nossas acções, as nossas decisões as nossas opções são o que destinam a nossa vida, mesmo que involuntariamente.
Claro que há coisas que nos estão vedadas à nossa intervenção mais directa, mas mesmo assim...
A morte é certa, só não se sabe como, quando e onde.
Eu já havia lido a notícia ontem.
ResponderEliminarAcredito também que temos as nossas escolhas e que é a partir delas que vivemos.
Porém creio que quando é chegada a hora...não há como escapar.
Não era para ser no avião. Se fosse o marido teria morrido também. Nesse agora ele se salvou( mais uma vez). Ele ainda tem algo a cumprir por aqui.
Arrepiante, certa vez vinha num voo de duas horas e meia, sempre com turbulência, cintos apertados, inclusivé para os tripulantes, que permaneceram nos seus lugares a maior parte do tempo, ainda que também circulassem pela cabine. Eram aliás os únicos a fazê-lo, o avião vinha com luminosidade reduzida, sendo frequentemente iluminado por raios, um cenário fantasmagórico. Chegados a Lisboa, o comandante decidiu fazer-se à pista, apesar dos ventos cruzados, e todos os outros voos estarem a ser desviados para Faro, soubemos depois que apenas alguns pilotos da TAP tomaram igual decisão. A aterragem foi algo semelhante a uma diversão de feira, com a asa praticamente a tocar no solo, pelo menos foi a sensação que tive, e não fui o único. Passado o susto, nada de mais aconteceu, as irritantes palmas do costume, chegámos sãos e salvos, havia gritos na cabine, percebia-se medo em alguns passageiros. Uma colega minha, que tinha o carro no aeroporto, ainda mal refeita do susto, mal entrou na A1 despistou-se. Que dizer?
ResponderEliminarEu acho que nos temos destino marcado, o qual pode ser ocasionalmente alterado por nos, mas quando algo tem de acontecer nao ha nada que se possa fazer para muda-lo.
ResponderEliminarQuando li a notícia fiquei a pensar:
ResponderEliminar'Não vale a pena... todos os caminhos vão dar onde tem de ir dar... quer acreditemos no destino ou não'
Eu confesso que tenho fugido o mais possível a ler sobre este assunto...porque tenho uma viagem para São Paulo dentro de uma semana! Se começo a ler muito, não vou...
ResponderEliminarÁs vezes o destino é mais forte e como diz... marca a hora!
ResponderEliminarbom fim de semana
Faz-me lembrar a história de um habitante do Uzbequistão, a quem a morte se anunciara, e ele achou que lhe escaparia fugindo para Samarcanda; quando lá chegou, apareceu-lhe a morte e perguntou-lhe como é que adivinhara o local de encontro.
ResponderEliminarSobre estes casos é sempre um alívio dizermos que ainda não era o dia. A morte é a única coisa da qual não sabemos fugir e há uns que a desafiam mais do que outros.
ResponderEliminarDestino ou sorte não sei...
Fico sem palavras tal como fiquei numa situação oposta ocorrida há bem pouco tempo, um holandês presente no voo da Turkish que se despenhou em Amesterdão, no dia anterior tinha tido outro acidente num pequeno avião na Turquia creio. Salvou-se de ambos!
ResponderEliminarCarlos
ResponderEliminarTambém eu fiquei a pensar. E não sou nada dada a explicações esotéricas ou o que seja. De facto é uma coincidência que também não me deixou indiferente.
:)))
Pela minha parte acho que há coisas nas quais não devemos pensar muito. É tão errado pretender explicá-las como achar que não têm explicação. Prefiro pensar que não estão ao alcance da pequenez que somos (pelo menos na presente "edição"). Se houvermos de saber lá chegaremos quando e como deveremos chegar. Entretanto devia ser proibido discutir por causa de coisas dessas. Muito menos, matar ou morrer.
ResponderEliminarO destino era um...apenas o caminho é que foi diferente! tinha de ser, pode ser que se salve o marido...
ResponderEliminarLeva-nos a pensar que o destino existe mesmo.
ResponderEliminarEsta coincidencia deixou-me perturbada...
ResponderEliminarHá mil e uma solicitaçoes na vida que nos encaminham para a morte...
è como ir a 20km/h de carro, e morrer... um azar!
Eu como já tenho mais horas de voo do que qualquer um e sempre para o mesmo lugar e sempre as mesmas nove ou dez horas digo: quando estou lá em cima "entrego pra Deus"! Não há como imaginar nada, nem como fugir a uma situação final e digo mais: aquela demonstração de medidas de segurança mostradas antes das decolagens deveriam ser abolidas porque não há nada a fazer. Quem vai se manter calmo (é a primeira instrução) quem vai se abaixar para procurar o colete salva vidas que está por baixo do assento? Quem vai respirar com-pas-sa-da-mente na máscara no caso de despressurização?
ResponderEliminarAviões não foram feitos para cair e continuarei andando neles e quem me dera andasse ainda neste Verão. Ó DÓ!!!
Só lamento que para que tenhamos cada vez mais segurança precisam acontecer estas catástrofes que derrubam junto vidas e sonhos e juventude, porque só assim conseguem consertar suas possíveis falhas. Aí está todo e total pecado!
Quanto aos italianos concordo com a prima, DE DENTRO PRA FORA!
boa noite em madrugada junina
Vais ao São João das Fontainhas?
POis - eu tb. já tinha lido. Pergunto-me se esta senhora não andou a agardecer a nenhum santinho a vida que salvou por não embarcar no vôo!
ResponderEliminarDepois de ler o post e os comentários, só me apetece re.afirmar:
ResponderEliminar-a vida são dois dias ....
Abraço
Rita V.
Chiça!
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