Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Adeus Zé!

Já esperávamos há muito o teu Adeus. Mas custa sempre saber que chegou o momento. Obrigado Zé, pelos momentos que me proporcionaste. Com as tuas músicas e com a tua amizade.
Costumo guardar para mim estes momentos, mas hoje não consegui.

15 comentários:

  1. Infinitamente triste é a perda de um amigo. Lamento muito que passe por isso hoje, Carlos. Ficam as saudades, ficam as lembranças, fica sempre uma presença na ausência.

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  2. ...há situações em que só me apetece dizer palavrões e partir qualquer coisa...

    Estou cansada de ver gente boa ir-se embora...

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  3. Ate me arrepiei toda quando li o seu post.
    Nao fazia a minima ideia.
    Sem duvida uma grande perda para a cultura musical e para todos os que o admiravam.

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  4. A última vez que o vi, foi no Dom Pedro em Vilamoura, há muitos anos.

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  5. Pois...é o que a vida nos reserva, mais tarde ou mais cedo...

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  6. Não sabia...é uma pena imensa...

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  7. No dia de aniversário de Igor Stravinsky...coincidência...

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  8. Caramba! Eu não sabia que o José calvário se preparava para ir!
    REcordo tantas cosias dele, que parece que cresci ao som dele!
    Enfim...

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  9. As partidas são sempre dolorosas mesmo qdo sentimos que estamos preparados e chegou a hora.
    Uma "simpática" homenagem a José calvário.

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  10. Amigos assim deixam um vazio enorme quando nos deixam. Receba meu carinho.

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  11. Quem parte fica no coração...
    Um beijo.

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  12. Também um sentido adeus!
    Obrigada pela partilha..

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  13. Agora começa, de facto, e depois do adeus.

    :))

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  14. Não sei se sabemos dizer adeus, apesar de ser um dos gestos que primeiro ensinamos às crianças.
    Que incongruência, Carlos. Estamo-nos sempre a preparar para as despedidas e nunca as sabemos fazer.

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  15. uma vez fui a Sintra e parei num restaurante tipico a Adega não me lembro resto.
    sentei-me numa mesa mais a minha familia e olhei para a mesa ao lado.
    conhecia aquela cara.
    ao ser servido a dona reparou no meu descuido de de quando em vez olhar para aquele rosto que ela estava a ver que conhecia e não sabia bem de onde:
    - é o Maestro Zé Calvário - disse-me ela.
    Vem aqui almoçar todos os dias.

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