Palavras que chegam em ondas, envoltas no cheiro da maresia
Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Adeus Zé!
Já esperávamos há muito o teu Adeus. Mas custa sempre saber que chegou o momento. Obrigado Zé, pelos momentos que me proporcionaste. Com as tuas músicas e com a tua amizade.
Costumo guardar para mim estes momentos, mas hoje não consegui.
Infinitamente triste é a perda de um amigo. Lamento muito que passe por isso hoje, Carlos. Ficam as saudades, ficam as lembranças, fica sempre uma presença na ausência.
Ate me arrepiei toda quando li o seu post. Nao fazia a minima ideia. Sem duvida uma grande perda para a cultura musical e para todos os que o admiravam.
Não sei se sabemos dizer adeus, apesar de ser um dos gestos que primeiro ensinamos às crianças. Que incongruência, Carlos. Estamo-nos sempre a preparar para as despedidas e nunca as sabemos fazer.
uma vez fui a Sintra e parei num restaurante tipico a Adega não me lembro resto. sentei-me numa mesa mais a minha familia e olhei para a mesa ao lado. conhecia aquela cara. ao ser servido a dona reparou no meu descuido de de quando em vez olhar para aquele rosto que ela estava a ver que conhecia e não sabia bem de onde: - é o Maestro Zé Calvário - disse-me ela. Vem aqui almoçar todos os dias.
Infinitamente triste é a perda de um amigo. Lamento muito que passe por isso hoje, Carlos. Ficam as saudades, ficam as lembranças, fica sempre uma presença na ausência.
ResponderEliminar...há situações em que só me apetece dizer palavrões e partir qualquer coisa...
ResponderEliminarEstou cansada de ver gente boa ir-se embora...
Ate me arrepiei toda quando li o seu post.
ResponderEliminarNao fazia a minima ideia.
Sem duvida uma grande perda para a cultura musical e para todos os que o admiravam.
A última vez que o vi, foi no Dom Pedro em Vilamoura, há muitos anos.
ResponderEliminarPois...é o que a vida nos reserva, mais tarde ou mais cedo...
ResponderEliminarNão sabia...é uma pena imensa...
ResponderEliminarNo dia de aniversário de Igor Stravinsky...coincidência...
ResponderEliminarCaramba! Eu não sabia que o José calvário se preparava para ir!
ResponderEliminarREcordo tantas cosias dele, que parece que cresci ao som dele!
Enfim...
As partidas são sempre dolorosas mesmo qdo sentimos que estamos preparados e chegou a hora.
ResponderEliminarUma "simpática" homenagem a José calvário.
Amigos assim deixam um vazio enorme quando nos deixam. Receba meu carinho.
ResponderEliminarQuem parte fica no coração...
ResponderEliminarUm beijo.
Também um sentido adeus!
ResponderEliminarObrigada pela partilha..
Agora começa, de facto, e depois do adeus.
ResponderEliminar:))
Não sei se sabemos dizer adeus, apesar de ser um dos gestos que primeiro ensinamos às crianças.
ResponderEliminarQue incongruência, Carlos. Estamo-nos sempre a preparar para as despedidas e nunca as sabemos fazer.
uma vez fui a Sintra e parei num restaurante tipico a Adega não me lembro resto.
ResponderEliminarsentei-me numa mesa mais a minha familia e olhei para a mesa ao lado.
conhecia aquela cara.
ao ser servido a dona reparou no meu descuido de de quando em vez olhar para aquele rosto que ela estava a ver que conhecia e não sabia bem de onde:
- é o Maestro Zé Calvário - disse-me ela.
Vem aqui almoçar todos os dias.