
Esta noite armei-me em escuteiro e vi o debate sobre as europeias na RTP 1. Do princípio ao fim. Foram quase 3 horas de grande estoicismo. Gostei particularmente de ouvir Carmelinda Pereira a dizer que não queria que votassem nela...
Esta vida de escuteiro ainda dá cabo de mim
Depois vá-se queixar, Carlos, que se deprime por causa do tempo...
ResponderEliminarPois eu preferi ver a série da 2 e esperar pelo excelente resumo do Pedro Correia no delito.
ResponderEliminarabraço
Há também aí uma faceta masoquista, não há??? :))
ResponderEliminarCarlos, foi mesmo de escuteiro, mas valeu a pena, não valeu?)
ResponderEliminarEu gosto sempre daquela parte do Tratado de Lisboa, que é constitucional, que é reformador...da história da bandeira e também do Nuno e da Ilda. "Ó Ilda por favor!!!"
Para quem queria ficar esclarecido sobre a necessidade de votar e escolher em quem votar foi ...decisivo. Enfim!
Os meus respeitos pela sua paciência. Eu à segunda frase da Carmelinda fugi literalmente. Já tinha feito o esforço de ouvir os "pequenos" na SIC-N (excepto a L. Alves que não esteve presente).
ResponderEliminarBalhamedeus!
:))
Bem intencionado, Carlos. Se achasse que isso adiantaria, juro-lhe que também eu lá estaria, firme :)
ResponderEliminarSun Iou Miou: O tempo tem as costas largas...
ResponderEliminarPedro: Eu não resisti a ver ao vivo, mas tem razão...o resumo do Pedro Correia no DO diz tudo.
ResponderEliminarJustine: Se calhar...
ResponderEliminarGrande Jóia: eu continu indeciso...Se calahar ainda voto na Carmelinda, porque ela pediu para não votarem nela e eu gosto de contrariar.
Mdsol:Creio que a Laurinda não esteve mal de todo. Principalmente na intervenção final. Poderia, no entanto, ter evitado tanto cliché, tanta frase feita...
Cristina: Apesar de tudo, não dei o tempo por mal empregue. Às vezes preciso destas "banhadas" para me recentrar um pouco no país onde vivo e perceber que não há volta a dar-lhe.
ResponderEliminareu já sei que nestes debates não chego a lado nenhum a não ser á irritação pelo que fiz o mm que um sr. aí de cima: Emergency Room (que por sinal cada vez está mais sanguilento puxa) mas q gosto mto
ResponderEliminarPois eu preferi dormir.
ResponderEliminarÉ que nunca tive jeito para escuteiro e a vida de marinheiro enjoa-me.
Sinceramente não tenho pachorra para debates...muito menos quando do outro lado(canal 2)passa uma serie que sempre gostei de ver Serviço de Úrgencia
ResponderEliminarTrata-se daquele programa humorístico que me aconselhaste? Não vi. Estava noutra:)
ResponderEliminarGi: E fez muito bem, que com estes debates não se aprende nada.
ResponderEliminarde dentro: foi para desconto dos meus pecados
Alex: eu de séries televisivas percebo pouco. Desde os "Sopranos" acho que não segui mais nenhuma.
Sou cliente assíduo do "Conta-me como foi", confesso.
maloud: isso sei eu... ainda estavas a comemorar o Tetra!
ResponderEliminarOh Carlos, a Carmelinda Pereira, aqui há uns 25/30 anos morava na minha rua. Em alturas de eleições, era vê-la descer e subir a rua completamente sozinha, com um megafone a gritar palavras de reacção, com todas as forças que tinha, erguendo o punho e abanando aquela cabeleira loura e farta.
ResponderEliminarAquilo era um fartote para os nós miúdos, que andávamos atrás dela a repetir tudo.
Patti: Ah,ahah! Adorava ter visto a PresidentA a segur a Carmelinda Pereira e a gritar palavras de ordem!Nem imagina o que ri com o seu comentário!
ResponderEliminarSempre que a vejo na televisão, que a minha família fala disso.
ResponderEliminarEra boa pessoa, coitada, mas alucinada, sempre com aquela cabeçeira desgrenhada e de saias compridas e chinelas de cabedal às tiras.
Um ponto, só lhe digo!
Lá vem a Carmelinda, lá vem a Carmelinda e ía tudo para as janelas e ela queria lá saber!
E depois dizia-nos: oh canalha, não é o punho esquerdo, é o direito (ou ao contrário, já nem me lembro).
Ah putos fascistas!
Patti: fez-me lembrar o Flautista de Hammellin. De saias, passeando-se pelo Chiado
ResponderEliminarHá uns 25/30 anos havia cada caso, que nem preciso de imaginar a Carmelinda, estou mesmo a ver a cena e a rir. O comentário da Patti valeu o dia ;)
ResponderEliminarAhhh valente! Eu teria morrido de tédio, ou de sono sei lá!
ResponderEliminarEu só vi um bocadinho, porque o médico proibiu-me qualquer tipo de stress.
ResponderEliminarVeludinhos
Porque será a Carmelinda "alucinada"? por defender os seus ideais desde sempre, e por ainda acreditar neles? é isso que a faz uma "alucinada"? ou os "alucinados" são aqueles todos bonitinhos, todos lindinhos, que nem ideais têm e que apenas conseguem pensar pela cabeça dos outros? sendo assim prefiro ser um "alucinado" do tipo da Carmelinda.
ResponderEliminarJM:
ResponderEliminarApesar deste seu comentário ser um pouco descabido, levemente inflamado e talvez um pouco confuso, visto até, ter-se dado ao trabalho de se responder a si próprio, mesmo assim eu digo-lhe o seguinte, transcrevendo-me
“(…) mas alucinada, sempre com aquela cabeleira desgrenhada e de saias compridas (…)”
Entendeu agora do que eu estava a falar?
Conseguiu contextualizar 'o alucinada'?
Percebeu a adjectivação que fiz do aspecto exterior da Carmelinda?
Patti:
ResponderEliminarDesculpe se o meu comentário lhe pareceu confuso, não faça caso, afinal de contas não passo de um "alucinado", e poderei não ter o seu nível de intelecto;), agora parece-me que quem vem com a sua suposta superioridade intelectual, responder a apenas uma opinião minha, com um comentário, esse sim inflamado, é a senhora.
Mas não vale a pena estar para aqui a chatear-me consigo, nem a senhora comigo, não é verdade?
Fique bem e tenha mais calma;-).
JM:
ResponderEliminarResumindo:
Não faço caso de si;
O senhor não passa de um ‘alucinado’;
Não tem o meu nível de intelecto;
Exibo superioridade intelectual, ainda para mais inflamadamente;
O senhor não se chateia comigo;
E eu não me chateio consigo, pois não vale a pena:
E finalmente, deseja-me que fique bem, porém que me acalme.
Pronto, o senhor é que sabe.
p.s. mas digo-lhe, aquelas aparições da Carmelinda, eufórica e de megafone na mão eram um espectáculo!
Agora só nos resta o Alberto João e o Tino de Rãs.