
Já lhe chamam, em tom de chacota, a “Igreja Bolivariana de Chavez”. Não caiu bem, nos espíritos conservadores, sempre prontos a denegrir o líder venezuelano, que o ex-acólito abandonasse a Igreja Católica, desgostoso, para se tornar membro de uma outra congregação.
Bastaria, porém, pensar um poucochinho, para que quem aponta o dedo a Chavez percebesse que nenhum católico, com um mínimo de compaixão e amor a Cristo pode esquecer os crimes da Igreja Católica na América Latina.
As ditaduras sul-americanas foram sempre apoiadas pela Igreja. Pinochet recebeu a bênção de Roma e os ditadores argentinos foram vistos com complacência e cumplicidade pelos homens da batina preta. Em ambos os países os padres ajudaram os governos a perseguir as pessoas que se opunham aos ditadores e, não contentes com isso, alguns prestaram-se ao papel de algozes, participando em acções de tortura. No Brasil, todos sabemos que a Igreja se curvou em genoflexão reverencial, perante os ditadores e os senhores das terras, alguns padres apoiavam as práticas dos jagunços.
Nenhum católico pode olhar para os crimes da Igreja Católica, encolher os ombros, indiferente, e considerar os crimes como casos isolados. Porque não foram…
Quem fala ou escreve denegrindo a Igreja Bolivariana, deveria olhar para o Vaticano e acusá-lo de ser co- responsável por muitas atrocidades no mundo inteiro.
Quem pensar que o espírito inquisitorial, o pensamento retrógrado, por vezes fascista, dessas ovelhas de Deus é coisa do passado, não precisa de ir muito longe para confirmar que está enganado. Basta ir a algumas missas nas nossas aldeias, onde esses “ funâmbulos da cruz” chegam em grandes bólides para celebrar a missa e pregar contra as injustiças do mundo, para perceber que “Bem prega Frei Tomás”…
Ataquem Chavez no que quiserem, mas não por querer – e acreditar- uma Igreja que defenda os interesses dos povos sul-americanos tão vilipendiados e perseguidos.
A omnipresente ditadura dos bons costumes, que o Ocidente pretende exportar para todo o mundo, como latas de salsichas, não serve aos sul-americanos.
Bastaria, porém, pensar um poucochinho, para que quem aponta o dedo a Chavez percebesse que nenhum católico, com um mínimo de compaixão e amor a Cristo pode esquecer os crimes da Igreja Católica na América Latina.
As ditaduras sul-americanas foram sempre apoiadas pela Igreja. Pinochet recebeu a bênção de Roma e os ditadores argentinos foram vistos com complacência e cumplicidade pelos homens da batina preta. Em ambos os países os padres ajudaram os governos a perseguir as pessoas que se opunham aos ditadores e, não contentes com isso, alguns prestaram-se ao papel de algozes, participando em acções de tortura. No Brasil, todos sabemos que a Igreja se curvou em genoflexão reverencial, perante os ditadores e os senhores das terras, alguns padres apoiavam as práticas dos jagunços.
Nenhum católico pode olhar para os crimes da Igreja Católica, encolher os ombros, indiferente, e considerar os crimes como casos isolados. Porque não foram…
Quem fala ou escreve denegrindo a Igreja Bolivariana, deveria olhar para o Vaticano e acusá-lo de ser co- responsável por muitas atrocidades no mundo inteiro.
Quem pensar que o espírito inquisitorial, o pensamento retrógrado, por vezes fascista, dessas ovelhas de Deus é coisa do passado, não precisa de ir muito longe para confirmar que está enganado. Basta ir a algumas missas nas nossas aldeias, onde esses “ funâmbulos da cruz” chegam em grandes bólides para celebrar a missa e pregar contra as injustiças do mundo, para perceber que “Bem prega Frei Tomás”…
Ataquem Chavez no que quiserem, mas não por querer – e acreditar- uma Igreja que defenda os interesses dos povos sul-americanos tão vilipendiados e perseguidos.
A omnipresente ditadura dos bons costumes, que o Ocidente pretende exportar para todo o mundo, como latas de salsichas, não serve aos sul-americanos.